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Algo terrível pode acontecer no Brasil

Com o desenrolar das coisas muitos estão levando na brincadeira a questão da economia, com  demagogias e uma vontade insensata de ficar...


Com o desenrolar das coisas muitos estão levando na brincadeira a questão da economia, com  demagogias e uma vontade insensata de ficar em casa sem refletir nas coisas que podem acontecer se a economia parar.

Para quem ganha um salário mínimo, pode até parecer tranquilo receber essa quantia por 3 ou até mesmo 5 meses, no entanto, chegará o momento em que ficará insustentável devido ao preço das coisas inflacionado.

Já imaginou alguém que ganha R$10.000 (dez mil reais) viver com R$ 600 (seiscentos reais)? Ou que seja a metade desse salário, que foi suprimido de maneira abrupta?

As prestações não irão abaixar os valores, os boletos não irão esperar a crise passar. Infelizmente.

Bom, as contas e os boletos não pararão de chegar, e podem ter certeza que ninguém irá ficar com pena, nem instituições financeiras, nem as prestações de bens e serviços.

Carros que são consorciados não poderão entrar nessa questão do atraso dos 60 dias, e isso irá levar muitas pessoas à inadimplência e a agonia de não conseguir pagar por aquele bem que adquiriu com tanto esforço.

Quem vive hoje com R$ 600 (seiscentos reais)? Os preços das coisas nas prateleiras irão abaixar de maneira equiparada à supressão dos salários? Creio que não!

As coisas estão começando a sair do prumo, as pessoas estão começando a acordar que a situação está além de discussões políticas ou ideológicas. A questão é humanitária, e de fome, miséria, inadimplência, economia quebrada e uma sociedade dilacerada sem perspectiva de vida nenhuma.

Vocês conhecem a Venezuela? Pois bem, não se assuste se algum dia chegarmos lá, você está sendo avisado.

Esperem aí, tem algo mais que eu quero dizer


Em alguns países já estão acontecendo casos de saques em estabelecimentos onde vendem alimentos. Já pensou se isso acontecer aqui no Brasil? As pessoas sem dinheiro, sem trabalho e sem ter o que comer, que caos isso não se tornaria?

Portanto, devemos dar ouvidos quando o presidente fala de uma maneira mais flexível de isolamento social, porque esta não é uma ideia insensata, é uma ideia de um chefe de estado que conhece muito bem o país que ele próprio administra.