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Marina interrompe Bolsonaro e depois diz que ele quer ganhar no grito

por C. Scholze A candidata cobra criada do (PT), Marina Silva, hoje concorre pela (REDE) a cadeira presidencial, após interrompe...


por C. Scholze


A candidata cobra criada do (PT), Marina Silva, hoje concorre pela (REDE) a cadeira presidencial, após interromper as considerações do então candidato Jair Bolsonaro (PSL), disse que ele queria ganhar as coisas no grito.

Ora, Marina interrompe Bolsonaro sem poder fazê-lo e ainda diz que ele é quem quer ganhar no grito? Ao que vi, Bolsonaro respeitou o tempo dela em se pronunciar, o que já não aconteceu por parte dela.

Marina foi militante do Partido dos Trabalhadores (PT) por três décadas, e a partir daí, vemos a sua formação política, ou seja, não respeita aos demais candidatos e vive de demagogias baratas que se utilizam do politicamente correto e da fragilidade de assuntos aos quais defende – como o aborto por exemplo, e plebiscito para liberação do uso de entorpecentes (drogas).

Me preocupa o fato de que uma mulher destas, que carrega o jargão de que é evangélica, possa concorrer a presidência da República, sendo ela favorável à plebiscitos totalmente fora dos padrões dos ensinamentos Bíblicos.

Se você chegar em um evangélico e perguntar se ele é a favor ou não do aborto, ele logo irá pestanejar e dizer um “NÃO” bem grande. Mas Marina não parece ser evangélica, pois ela defende o politicamente correto e também os interesses daqueles que trabalham em prol ao governo do anticristo.

Marina fugiu da pergunta de Bolsonaro, demonstrou um ódio ferrenho contra ele – o que jamais deveria partir de um cristão para com o próximo – e usou da velha malandragem petista, que é se vitimizar fazendo demagogia do politicamente correto.

Marina também não tem um histórico muito agradável quando falamos dos ensinamentos bíblicos, pois ela já foi divorciada e casou-se novamente. Ou seja, Marina não cumpre os ensinamentos Bíblicos, mas intenta à todo instante em utilizar o “título de evangélica” para conseguir votos dos evangélicos alienados.