Vereadora do Rio defenderia seus algozes?

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Essa semana a notícia da morte de uma vereadora do PSOL – Rio de Janeiro, defensora das ”minorias”, e defensora dos ”direitos humanos”, tem ganhado grande repercussão na mídia nacional.

Em nosso país, Brasil, os defensores dos direitos humanos lutam incansavelmente para amenizar a dor daqueles que matam, roubam, estupram e destroem toda uma população trabalhadora e inocente que preza pela moral e os bons costumes.

Infelizmente a Vereadora passou a fazer parte de uma estatística que ela mesma sempre ignorou, estatística essa, que visa mostrar que quem mata, rouba, estupra e destrói famílias inteiras, é um retrocesso para a população brasileira, e por isso devem pagar drasticamente pelos seus atos e serem separados imediatamente da sociedade. Já a bancada do PSOL pensa diferente. Mas e quando a presa passa a ser quem defende o predador?

Bom, dessa vez a hipocrisia não obteve êxito, pois o exemplo fora mostrado de modo real e para quem nunca acreditou que um dia pudesse acontecer consigo.

Se o assassino já tivera cometido crimes, com certeza, se a bancada do PSOL se dedicasse em acabar com a marginalidade de maneira eficaz, ela poderia não fazer parte dessa estatística lamentável que é a dos assassinatos em nosso país.

Na teoria parece lindo dar uma segunda chance ao marginal, mas o que a esquerda não entende, é que o marginal que não quer segunda chance ele sempre será um marginal, não importa a quantidade de chances que se dá para alguém que não quer se regenerar. Agora, existem pessoas que querem se regenerar, mas estes são os que pagam sua pena sabendo dos seus erros, saem da cadeia e não cometem mais seus crimes.

Infelizmente a esquerda quer suprimir as penas de todos os presos; são contra a redução da maioridade penal, são contra o porte legal de arma para o cidadão de bem, são contra prisão perpétua e piorou pena capital – aquela que hoje é eficaz em alguns estados Norte-americanos.

Então olhando pelo prisma esquerdista que defende a marginalidade com unhas e dentes. Podemos dizer que a vereadora que infelizmente foi assassinada no Rio defenderia os seus próprios algozes?

Eu acredito que sim. Só que como ela não está aqui para defendê-los, também acredito que seus colegas que pensam igual os defenderão, ou não? Ficou essa dúvida no ar. Quem a esquerda e os direitos humanos defenderão neste momento?

Nota: Desejamos e pedimos que DEUS conforte os corações da família da vereadora, pois sabemos que o momento de dor e principalmente o da perca é muito desgastante e entristecedor.

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