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Grupos terroristas muçulmanos movimentam bilhões de dólares através do crime organizado, diz Forbes


Não é coincidência que as organizações terroristas mais mortíferas do mundo sejam também as mais ricas. Como tal, os meios financeiros são uma necessidade essencial para organizações terroristas, que se valem de crimes comuns para financiar suas ações de perseguição religiosa mundo afora.

Mesmo que os meios de captação de recursos sejam inerentemente limitados e conduzidos principalmente através de ações ilegais, às sombras da economia global, em muitos casos, o tráfico é a principal fonte de receita desses grupos.

A revista Forbes fez uma lista com algumas das mais ricas – e mais perigosas – organizações terroristas do mundo e como elas ganham dinheiro. A lista foi criada com base em entrevistas com especialistas em segurança e especialistas em combate ao terrorismo, além de relatórios e análises de ONGs internacionais, organizações acadêmicas e governamentais.

As informações coletadas durante o trabalho de pesquisa trazem à luz números estimados por trás das oito organizações terroristas muçulmanas mais ricas. Confira:

De acordo com o Departamento de Estado dos EUA, a organização Lashkar-e-Taiba depende muito da diáspora paquistanesa (com a maior parte do capital proveniente das comunidades dos Estados do Golfo e da Grã-Bretanha) e ajuda de empresários, magnatas da Caxemira e da máfia indiana. Além disso, muitos milhões são canalizados para fundos e instituições de caridade que operam sob o braço de ajuda da organização, que eles usam para angariar apoio e solidariedade da população local.

7 – Jihad Islâmica Palestina

Renda anual total: US$ 100 milhões

Até dois anos atrás, a Jihad Islâmica enfrentava uma crise econômica severa, quando um de seus altos funcionários expressou a “crise econômica mais severa da história da organização”, que foi fundada em 1979 como um ramo do islamismo egípcio. As fontes de financiamento da organização jihadi haviam secado e seus bolsos esvaziados. Numa crise política com seu patrono iraniano, patrocinador quase exclusivo, que ameaçou reduzir o fluxo de oxigênio para a organização jihadista – levou a Jihad Islâmica à beira da falência e ao seu ponto mais baixo em seus muitos anos de atividade.


6 – Kata’ib Hezbollah

Renda anual total: US$ 150 milhões


Praticamente desde a sua criação, a organização tem sido fortemente financiada pelo seu patrono iraniano, que se dedica a dedicar dinheiro e recursos para as atividades da organização. Mais se pode aprender com um processo movido contra bancos europeus por veteranos americanos e as famílias de soldados mortos no Iraque. De acordo com o comunicado apresentado contra as potências bancárias, o HSBC, o Credit Suisse, o Barclays, o Standard Chartered e o Royal Bank of Scotland canalizaram dinheiro de Teerã para a organização terrorista no Iraque. Esses fundos supostamente foram transferidos diretamente do Irã para o Kizhib do Hezbollah, a fim de financiar tiroteios e atentados a bomba em que dezenas de soldados americanos foram mortos ou feridos. A alegação implica explicitamente o Kata’ib Hizballah como um dos principais beneficiários desses fundos que, de acordo com as alegações,

5 – Estado Islâmico

Renda anual total: US$ 200 milhões


A partir de agora, com a queda da cidade Rawa, a organização perdeu sua última fortaleza urbana no Iraque e aqueles que controlavam um terço do país foram quase totalmente eliminados. Livrar-se de qualquer remanescente de seu controle é apenas uma questão de tempo e considerando o grande poder que ocuparam até pouco tempo atrás, esse é um colapso notável. No seu auge, no final de 2014, o Estado Islâmico estendeu mais de 100 mil quilômetros quadrados – maior do que a Coreia do Sul – e se impôs a 10 milhões de pessoas.

4 – Al-Qaeda

Renda anual total: US$ 300 milhões


Sob o guarda-chuva fundamentalista da organização estão algumas das organizações mais mortais que operam hoje. De acordo com os Relatórios sobre Terrorismo do Departamento de Estado dos EUA, alguns dos principais ramos incluem: Al-Qaeda no Magreb Islâmico (Líbia, Argélia, Costa do Marfim, Mali, Nigéria, Tunísia e Burkina Faso), Al-Qaeda na Península Arábica (Yemn e Arábia Saudita), Al-Qaeda na península indiana (Índia, Paquistão e Bangladesh), al-Shabaab (Somaia) e Tahrir al-Sham (Síria).

3 – Hamas

Renda anual total: US$ 700 milhões


Em junho passado, marcou o décimo aniversário do controle do movimento Hamas sobre o povo de Gaza. Olhando para trás, parece que não há motivo para comemorar. Um relatório especial recentemente publicado pela ONU permitiu um vislumbre da intolerável vida em Gaza sob a má administração do Hamas e aponta para uma crise humanitária vertiginosa. De acordo com um resumo do relatório da ONU, a Faixa de Gaza será inabitável até 2020 se a situação atual persistir.

2 – Taliban

Renda anual total: US$ 800 milhões


Infelizmente, o sucesso do Taliban nos últimos anos também pode ser medido financeiramente. O Taliban administra um mecanismo financeiro semelhante ao do ISIS (até recentemente) – quanto mais amplo o território que eles ocupam e quanto maior a população sob seu controle, mais recursos e possíveis fluxos de receita eles têm para converter em enormes somas de dinheiro. A principal fonte de renda do Taliban hoje, tanto quanto centenas de milhões de dólares por ano, vem da produção e do comércio de drogas (principalmente o cultivo de ópio e a fabricação de heroína). Depois disso (em ordem decrescente de importância), a organização faz centenas de milhões de minas piratas de recursos naturais dentro das regiões sob seu controle, coletando resgate de reféns e, finalmente, de doações.

1 – Hezbollah

Renda anual total – US$ 1,1 bilhão


Além do governo iraniano, não há dúvida de quem é o principal beneficiário do acordo nuclear. Dentro de alguns anos, o orçamento do Hezbollah saltou significativamente com os gastos do governo de Teerã, e se no passado recebiam cerca de US$ 200 milhões por ano, hoje o financiamento iraniano do grupo terrorista libanês, segundo estimativas do establishment de segurança, é avaliado em mais de US$ 800 milhões anuais, além de US$ 300 milhões que arrecadam por outros meios.

Fonte: Gospel+

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