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De volta a época da inquisição?: 200 mil evangélicos mexicanos são perseguidos após abandonarem o catolicismo


Famílias inteiras são expulsas de suas casas; governo nega intolerância

por Jarbas Aragão

O governo do México está sendo acusado de adotar uma “política de negação” ao tratar dos casos de evangélicos que foram forçados a sair de suas casas por causa de sua fé. Segundo a Comissão de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos do México, mais de 287 mil pessoas foram perseguidas nos últimos 5 anos. Contudo, a Comissão Nacional de Direitos Humanos, que trabalha em parceria com a ONU, insiste que seriam apenas 35 mil.

Pedro Faro Navarro, diretor do Centro de Direitos Humanos Frei Bartolomeu de Las Casas, questiona esses números, insistindo que o governo “maquia os dados” para não precisar enfrentar a situação. O ativista conta que é crescente o número de pessoas que foram forçadas a sair de suas casas e até da cidade onde moravam por terem abandonado o catolicismo e se declararem evangélicos.

“Há quem fale em mais de um milhão de pessoas”, disse. “Até agora, sabemos com certeza que o número mais baixo sempre será o oficial. Muitas famílias têm que deixar suas casas e ninguém vai até lá para contá-las”, acrescenta Faro.

Ao longo dos últimos meses, vários casos foram reportados, inclusive alguns terminaram em morte.

Faro acredita que o governo mexicano está ciente da situação, mas não intervém por que não há uma lei sobre o deslocamento interno forçado. Por causa disso, ninguém é responsabilizado e os crimes permanecem impunes. “Os estados do norte são mais problemáticos, mas nenhuma parte do país está livre dessa crise”, encerra o ativista. Com informações Christian Today

Fonte: Gospel Prime

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