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O 11 de Setembro e a Matança Covarde Feita por Muçulmanos

Por Julio Severo Hoje é o dia em que 15 anos atrás os Estados Unidos sofreram o maior atentado terrorista em sua história. Mais de 3 mil...


Por Julio Severo

Hoje é o dia em que 15 anos atrás os Estados Unidos sofreram o maior atentado terrorista em sua história. Mais de 3 mil americanos inocentes foram covardemente mortos.

Devia ser tristemente lembrado também que após o atentado o presidente americano George W. Bush visitou uma mesquita para dizer que o “islamismo é uma religião de paz.”
Além disso, mesmo sabendo que os terroristas eram sauditas, ele não invadiu e atacou a Arábia Saudita. Ele invadiu o Iraque, que foi transformado num bode-expiatório para salvar o rei saudita.
Bush fez um bom trabalho pró-vida. Mas, acerca do islamismo, ele não foi diferente de Obama: Ambos trataram o islamismo como religião de paz. Ao que parece, a glorificação que Bush deu ao islamismo como ideologia pacífica abriu o caminho para o primeiro presidente americana com nome totalmente islâmico: Barack Hussein Obama.
A invasão desnecessária de Bush no Iraque provocou sofrimento imenso para a antiga comunidade cristã iraquiana, que foi reduzida de mais de 2 milhões para menos de 400 mil. Bush podia ter recebido esses cristãos perseguidos como refugiados nos Estados Unidos — perseguidos por muçulmanos enfurecidos com a guerra dele. Mas em vez disso ele recebeu milhares e milhares de “refugiados” islâmicos.
Quem se importa com os cristãos? Não o governo dos EUA, que provoca guerras que trazem perseguição a eles e, como Pilatos, lava as mãos.
Mais cristãos iraquianos foram mortos nas mãos dos seguidores da religião de paz, como consequência da invasão americana do Iraque, do que americanos foram mortos nas mãos desses seguidores em 11 de setembro de 2001.

Versão em inglês deste artigo: 9/11 and the Coward Killing by Muslims