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Igreja Sem Imunidade Tributária: Estaria A Visão De David Wilkerson Próximo De Se Cumprir?

Igreja Sem Imunidade Tributária: Estaria A Visão De David Wilkerson Próximo De Se Cumprir?
Na visão David Wilkerson fala à respeito de uma confusão econômica que afetaria o mundo todo, que nem mesmo os economistas mundiais poderão explicar a causa de tamanha crise. O Pastor ainda menciona a importância de se preparar para a crise colocando a casa em ordem pois este tempo de crise será assolador.

A Carta De Albert Pike E A ''Terceira Guerra Mundial''

A Carta De Albert Pike E A ''Terceira Guerra Mundial''
Albert Pike (29 de dezembro de 1809, Boston — 2 de Abril de 1891, Washington) foi um advogado, militar, maçom e escritor dos Estados Unidos. Albert falava 16 idiomas diferentes e conseguiu a patente de General-de-Brigada do Exército Confederado na Guerra Civil dos Estados Unidos da América. Albert Pike causou impacto ao publicar a obra “Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry” (Ler livro em inglês na íntegra clicando aqui) que trata do conteúdo moral e filosófico dos 33 graus do Rito Escocês da maçonaria.

O Pastor Dave Doyle Da Hope Christian Fellowship Church Em Iowa Diz Que Os Microchips O Fazem ...

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O pastor Dave Doyle da Hope Christian Fellowship Church em Iowa diz que os microchips fazem-no pensar sobre a "marca da Besta" de (Apocalipse 13:16), de acordo com KCRG em Cedar Rapids.

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Recado de Teerã para Israel: 'Nossos dedos estão no gatilho'

Recado de Teerã para Israel: 'Nossos dedos estão no gatilho'


Um oficial da Guarda Revolucionária Iraniana ameaçou com um ataque de mísseis contra as bases aéreas de Israel.

"Os dedos [estão] no gatilho e os mísseis estão prontos", disse o subcomandante Hussein Salami, citado pelo portal Al-Masdar.

O subcomandante Salami avisa os inimigos: dedos estão no gatilho e mísseis estão prontos e serão lançados em qualquer momento em que o inimigo planejar algo de mau. O norte e oeste de Israel estão na encruzilhada de fogo; vocês não vão escapar. Vocês vivem na boca do dragão.

Segundo o diário Times of Israel, a declaração de Salami foi uma resposta aparente ao fato de em 17 de abril Israel "publicou um mapa que mostra cinco bases controladas por Teerã na Síria":


​Na noite de 9 de abril, a Força Aérea de Israel disparou mísseis contra a base aérea síria T-4. No total, foram lançados oito mísseis, cinco dos quais foram derrubados e três atingiram o alvo. Como resultado do bombardeamento, várias pessoas morreram e outras receberam ferimentos.

Fonte: Sputnik

Um oficial da Guarda Revolucionária Iraniana ameaçou com um ataque de mísseis contra as bases aéreas de Israel.

"Os dedos [estão] no gatilho e os mísseis estão prontos", disse o subcomandante Hussein Salami, citado pelo portal Al-Masdar.

O subcomandante Salami avisa os inimigos: dedos estão no gatilho e mísseis estão prontos e serão lançados em qualquer momento em que o inimigo planejar algo de mau. O norte e oeste de Israel estão na encruzilhada de fogo; vocês não vão escapar. Vocês vivem na boca do dragão.

Segundo o diário Times of Israel, a declaração de Salami foi uma resposta aparente ao fato de em 17 de abril Israel "publicou um mapa que mostra cinco bases controladas por Teerã na Síria":


​Na noite de 9 de abril, a Força Aérea de Israel disparou mísseis contra a base aérea síria T-4. No total, foram lançados oito mísseis, cinco dos quais foram derrubados e três atingiram o alvo. Como resultado do bombardeamento, várias pessoas morreram e outras receberam ferimentos.

Fonte: Sputnik

Advogado árabe grava vídeo para desmentir Gleisi: “Não defendemos ladrões”

Advogado árabe grava vídeo para desmentir Gleisi: “Não defendemos ladrões”


O advogado Gabriel Braga Farhat, descendente de libaneses e neto do poeta árabe Elias Farhat, gravou um vídeo para esclarecer aos árabes a situação por trás do vídeo de Gleisi Hoffmann. Em seu vídeo, Farhat esclarece que Lula não foi preso sem provas e acrescenta: “não somos idiotas, senadora Gleisi Hoffmann, e não apoiamos ou defendemos ladrões”.

O Vídeo foi uma resposta a ‘convocação’ de Gleisi para que o povo árabe lutasse por Lula e contra nosso judiciário.


O advogado Gabriel Braga Farhat, descendente de libaneses e neto do poeta árabe Elias Farhat, gravou um vídeo para esclarecer aos árabes a situação por trás do vídeo de Gleisi Hoffmann. Em seu vídeo, Farhat esclarece que Lula não foi preso sem provas e acrescenta: “não somos idiotas, senadora Gleisi Hoffmann, e não apoiamos ou defendemos ladrões”.

O Vídeo foi uma resposta a ‘convocação’ de Gleisi para que o povo árabe lutasse por Lula e contra nosso judiciário.

Estudantes queimam bandeira do Brasil em universidade federal

Estudantes queimam bandeira do Brasil em universidade federal


Manifestantes queimaram a bandeira nacional e, em seguida, a hastearam; invasão na universidade já dura seis dias

Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) queimaram a bandeira nacional em protesto no Distrito Federal na última terça-feira (10). O ato foi parte de uma reivindicação por verbas para a universidade e para a educação pública.

“A gente vai ocupar sim e a gente vai resistir. Não vamos ficar calados diante do aumento do R.U. [Restaurante Universitário], diante de demissão de terceirizadas. Não vamos ficar calados diante disso”, disse uma manifestante.

Os manifestantes queimaram a bandeira nacional e, em seguida, a hastearam. A invasão na universidade já dura seis dias.

Crime?

Queimar a bandeira nacional já foi crime. O Decreto-lei n. 898, de 1969, definia como delito o ato de e “destruir ou ultrajar a bandeira, emblemas ou símbolos nacionais, quando expostos em lugar público”, com pena de detenção de 2 a 4 anos para quem o fizesse.


O Decreto-lei foi revogado com o advento da Lei de Segurança Nacional de 1978 - por sua vez, revogada pela Lei 7.170/1983. Já a Lei 5.700/1971, que trata dos símbolos nacionais, não prevê penalidade específica para o ato de destruição da bandeira.

Resgate

Um projeto de lei apresentado em 2016 buscou resgatar a contravenção penal. O objetivo da proposta apresentada pelo deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) seria “criminalizar a conduta de destruir ou ultrajar os símbolos nacionais”.

“A proposição ora apresentada tem por objetivo corrigir uma falha em nossa legislação penal: o Brasil não protege a Bandeira Nacional nem os demais símbolos nacionais”, diz o texto de Bezerra.

O PL buscava igualar os atos de destruição dos símbolos nacionais praticados por civis ao previsto no Código Penal Militar, que penaliza “ato que se traduza em ultraje a símbolo nacional”.

Histórico

O protesto da última terça-feira (10) começou em frente ao Museu da República, no período da manhã, e seguiu até o Ministério da Educação, à tarde. Entre as ações de protesto, o grupo pichou no prédio público a frase “Morte ao Presidente”.

Durante a manifestação, os estudantes entraram em confronto com a polícia militar, que usou bombas de efeito moral e spray de pimenta para conter os manifestantes. Em resposta, os estudantes apedrejaram o prédio do MEC. Na ocasião, três estudantes foram detidos.

Em nota enviada à Gazeta do Povo, a UnB informa que está dialogando “com os estudantes que estão na Reitoria”. Já os atos de vandalismo contra o prédio do MEC serão “apurados pelo próprio ministério.”


Manifestantes queimaram a bandeira nacional e, em seguida, a hastearam; invasão na universidade já dura seis dias

Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) queimaram a bandeira nacional em protesto no Distrito Federal na última terça-feira (10). O ato foi parte de uma reivindicação por verbas para a universidade e para a educação pública.

“A gente vai ocupar sim e a gente vai resistir. Não vamos ficar calados diante do aumento do R.U. [Restaurante Universitário], diante de demissão de terceirizadas. Não vamos ficar calados diante disso”, disse uma manifestante.

Os manifestantes queimaram a bandeira nacional e, em seguida, a hastearam. A invasão na universidade já dura seis dias.

Crime?

Queimar a bandeira nacional já foi crime. O Decreto-lei n. 898, de 1969, definia como delito o ato de e “destruir ou ultrajar a bandeira, emblemas ou símbolos nacionais, quando expostos em lugar público”, com pena de detenção de 2 a 4 anos para quem o fizesse.


O Decreto-lei foi revogado com o advento da Lei de Segurança Nacional de 1978 - por sua vez, revogada pela Lei 7.170/1983. Já a Lei 5.700/1971, que trata dos símbolos nacionais, não prevê penalidade específica para o ato de destruição da bandeira.

Resgate

Um projeto de lei apresentado em 2016 buscou resgatar a contravenção penal. O objetivo da proposta apresentada pelo deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) seria “criminalizar a conduta de destruir ou ultrajar os símbolos nacionais”.

“A proposição ora apresentada tem por objetivo corrigir uma falha em nossa legislação penal: o Brasil não protege a Bandeira Nacional nem os demais símbolos nacionais”, diz o texto de Bezerra.

O PL buscava igualar os atos de destruição dos símbolos nacionais praticados por civis ao previsto no Código Penal Militar, que penaliza “ato que se traduza em ultraje a símbolo nacional”.

Histórico

O protesto da última terça-feira (10) começou em frente ao Museu da República, no período da manhã, e seguiu até o Ministério da Educação, à tarde. Entre as ações de protesto, o grupo pichou no prédio público a frase “Morte ao Presidente”.

Durante a manifestação, os estudantes entraram em confronto com a polícia militar, que usou bombas de efeito moral e spray de pimenta para conter os manifestantes. Em resposta, os estudantes apedrejaram o prédio do MEC. Na ocasião, três estudantes foram detidos.

Em nota enviada à Gazeta do Povo, a UnB informa que está dialogando “com os estudantes que estão na Reitoria”. Já os atos de vandalismo contra o prédio do MEC serão “apurados pelo próprio ministério.”

Defesas antiaéreas da Síria abatem mísseis em Homs, diz TV estatal

Defesas antiaéreas da Síria abatem mísseis em Homs, diz TV estatal


AMÃ (Reuters) - As defesas antiaéreas da Síria derrubaram mísseis que visavam a base aérea síria de Shayrat, na província de Homs, na noite desta segunda-feira, informou a televisão estatal síria.

A televisão estatal mostrou fotos de um míssil que foi abatido no ar, acima da base aérea, dias após um ataque de Estados Unidos, Reino Unido e França a alvos sírios em retaliação a um suposto ataque químico na cidade de Douma, nos arredores de Damasco.

Um porta-voz do Pentágono disse que não havia nenhuma atividade militar dos EUA naquela área neste momento.

A base aérea de Shayrat foi atacada no ano passado em um ataque de mísseis de cruzeiro dos EUA em resposta a um ataque químico que matou pelo menos 70 pessoas, incluindo crianças, na cidade de Khan Sheikhoun, controlada pelos rebeldes.


Israel atacou o Exército sírio muitas vezes durante o conflito, atingindo comboios e bases de milícias apoiadas pelo Irã que lutam ao lado das forças do presidente sírio, Bashar al Assad.

Questionado sobre o ataque com mísseis, um porta-voz militar israelense disse: “Não comentamos esses relatos”.

Reportagem de Suleiman Al-Khalidi

AMÃ (Reuters) - As defesas antiaéreas da Síria derrubaram mísseis que visavam a base aérea síria de Shayrat, na província de Homs, na noite desta segunda-feira, informou a televisão estatal síria.

A televisão estatal mostrou fotos de um míssil que foi abatido no ar, acima da base aérea, dias após um ataque de Estados Unidos, Reino Unido e França a alvos sírios em retaliação a um suposto ataque químico na cidade de Douma, nos arredores de Damasco.

Um porta-voz do Pentágono disse que não havia nenhuma atividade militar dos EUA naquela área neste momento.

A base aérea de Shayrat foi atacada no ano passado em um ataque de mísseis de cruzeiro dos EUA em resposta a um ataque químico que matou pelo menos 70 pessoas, incluindo crianças, na cidade de Khan Sheikhoun, controlada pelos rebeldes.


Israel atacou o Exército sírio muitas vezes durante o conflito, atingindo comboios e bases de milícias apoiadas pelo Irã que lutam ao lado das forças do presidente sírio, Bashar al Assad.

Questionado sobre o ataque com mísseis, um porta-voz militar israelense disse: “Não comentamos esses relatos”.

Reportagem de Suleiman Al-Khalidi

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