terça-feira, 5 de setembro de 2017

Coreia do Norte ignora reações e prepara novo teste de míssil


SEUL, COREIA DO SUL. A Coreia do Sul alertou nessa segunda-feira (4) que a Coreia do Norte prepara um novo lançamento de míssil, que poderia ser um artefato balístico intercontinental. O Ministério da Defesa de Seul vem detectando sinais sobre a provável nova ofensiva desde domingo, quando o regime de Kim Jong-un realizou seu sexto e mais potente teste nuclear.

O ministro sul-coreano da Defesa, Song Young-Moo, disse também que seu país acredita que o vizinho miniaturizou com sucesso uma arma nuclear para que seja instalada em uma ogiva.
Diante da possibilidade de novos lançamentos norte-coreanos, a Coreia do Sul afirmou que conversa com os Estados Unidos sobre mobilizar novos porta-aviões e bombardeiros estratégicos na península coreana.

O anúncio foi feito horas depois de a Coreia do Sul realizar novo exercício com mísseis balísticos, em resposta ao teste nuclear norte-coreano. “Muito em breve serão deslocados temporariamente outros quatro lançadores restantes, após consultas entre Coreia do Sul e Estados Unidos, para contra-atacar as crescentes ameaças nucleares e de mísseis procedentes do Norte”, disse o governo sul-coreano.

Pyongyang provocou uma grande consternação na comunidade internacional no domingo, ao executar o seu teste nuclear mais potente até hoje. Especialistas estimaram que a explosão da bomba de hidrogênio tenha chegado aos 100 kiloton – ou seja, cinco vezes mais potente do que a bomba nuclear lançada na cidade japonesa de Nagasaki durante a Segunda Guerra Mundial, que instant
aneamente matou 70 mil pessoas –, além de ter provocado um terremoto de magnitude 6,3.

O regime confirmou ter testado com sucesso uma bomba de hidrogênio, cuja capacidade de destruição é muito elevada em comparação às bombas de fissão (quebra). Segundo especialistas, o teste demonstra que a Coreia do Norte teria alcançado um nível de tecnologia até então exclusiva de apenas cinco potências militares: EUA, Reino Unido, China, França e Rússia (à época, União Soviética) – que, atualmente, são os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.
A Coreia do Norte evoluiu de ameaça regional para ameaça global, afirmou o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, organização autônoma das Nações Unidas.
Numa declaração mais dura, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Hailey, disse que Kim Jong-un estava “pedindo guerra”,mostrando como as tensões aumentaram após o teste de domingo.

Fonte: O tempo
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