terça-feira, 21 de março de 2017

As Loucuras do Autor do Livro "A Cabana"


O filme A Cabana deve estrear no Brasil no mês de abril, com a expectativa de grande público, seguindo o sucesso do livro do mesmo nome que vendeu cerca de 20 milhões de exemplares apenas nos EUA. Muito desse sucesso vem de sua mensagem universalista, que diz que todas as pessoas serão salvas e irão para o céu, sem a necessidade de arrependimento e fé no sacrifício de Jesus pelos pecados.

Entretanto, o livro A Cabana é apenas a ponta do iceberg no mar de heresias do autor Paul Young, que publicou outros livros com mensagens de total repúdio à mensagem da Bíblia. Esta é uma estratégia comum entre falsos mestres, a de promover uma obra que não é assim tão blasfema à primeira vista, adquirindo fãs e seguidores, apenas para introduzir em seguida outras outras de conteúdo muito pior. É como um escorregador, onde depois de dados o primeiro passo, inexoravelmente deslizamos para baixo.

O novo livro de Paul Young, chamado "Eva", faria qualquer cristão correr dele, caso fosse apresentado primeiro que "A Cabana". É um livro que, de forma alegórica e disfarçado de ficção, procura destruir a veracidade da Bíblia, implantar dúvidas sobre a Palavra de Deus e chamar o Deus que seguimos de machista.

A história se inicia com uma mulher chamada Lilly que, ferida e castigada, naufraga e é encontrada em um contâiner em uma ilha. Essa mulher tem a estranha capacidade de ser uma "Testemunha", de saber tudo que aconteceu na história, especialmente do dia da Criação até a Queda do homem no Jardim do Eden.

Algumas loucuras que Paul Young coloca no texto, através de Lilly:

1) A Criação não ocorreu em uma semana, como diz a Bíblia, mas durante bilhões de anos, após o Big Bang.

2) Lilly vê Deus criar Adão como um bebê e amamentá-lo em seu seio. Ela afirma que a Bíblia é mitologia de contadores de estórias estranhas, como a de que Adão nasceu adulto.

3) Adão pecou antes de Eva, e a tarefa de dar nomes aos animais, ao invés de um privilégio, foi um castigo que Adão odiava.

4)
Adão e a Serpente conspiraram juntos para fazer Eva pecar. Eva é completamente inocente.

5)
Deus é um ser plural e sem gênero.

O livro todo parece ser uma forma de se aproveitar da onda feminista e denunciar erros da Bíblia, que seria machista por colocar a culpa do pecado em Eva. Ele acusa o texto da Bíblia de ter corrompido relacionamentos humanos.

Para os que pensam que o livro é apenas uma ficção, Paul Young deixa claro que a origem de suas ideias são as próprias Escrituras e que o livro é o resultado de seus estudos do texto sagrado.

Também é interessante lembrar que Lillith (foto), uma variante do nome Lilly da heroína, é o nome de um demônio que, para bruxas, cabalistas e ocultistas, supostamente teria sido a primeira mulher de Adão, mas que teria se revoltado contra sua autoridade. Deus então teria criado Eva em seu lugar. Lillith originalmente era uma deusa da morte e das tempestades na Mesopotâmia. A mensagem feminista é claramente a mesma da do livro.

A questão principal é: se Paul Young, um simples mortal pecador, se acha capaz de corrigir supostos erros da Bíblia, que credibilidade então ela teria? Este é o objetivo maior do livro: destruir nossa confiança na Palavra dada por Deus.


Fonte: Charllies 
Marcos Dutra
Marcos Dutra

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