O polêmico site de denúncias WikiLeaks publicou nesta sexta-feira, 25/11, documentos que indicam o envolvimento do EUA na guerra civil no Iêmen antes mesmo dela começar.

Os arquivos do Iêmen são compostos por uma coleção de mais de 500 documentos da embaixada norte-americana em Sanaa, capital do Iêmen. São 200 e-mails e 300 PDFs pertencentes ao Instituo de Cooperação Militar local da embaixada dos EUA. Os documentos foram recolhidos no período de 2009 até pouco antes de iniciar o conflito, em março de 2015.

Hillary Clinton e John Kerry foram os secretários de Estado dos Estados Unidos no período que abrange os documentos apresentados.


Julian Assange, jornalista, ciberativista e porta-voz do WikiLeaks, disse que a guerra do Iêmen, que gerou 3,15 milhões de deslocados, contou com o profundo envolvimento do governo dos Estados Unidos, que forneceu a maioria das bombas para o conflito.

Sobre o Iêmen existem importantes interesses estratégicos, uma vez que o país controla um ponto do estreito para o Mar Vermelho e do Canal de Suez, onde passa 11% do petróleo do mundo todos os dias. O Iêmen, que faz fronteira com Arábia Saudita, ao norte, e Omã, ao leste, tem acesso ao Mar Arábico, onde outros 20% do petróleo mundial são transportados. A Arábia Saudita, um dos maiores produtores mundiais de petróleo, possui interesses no controle destes pontos de passagens.

Os documentos revelados pelo Wikileaks revelam ainda que os EUA formou, financiou e armou as forças do Iêmen nos anos antecedentes à guerra, com a venda de aviões, navios e veículos ao Iêmen.

A embaixada dos EUA no Iêmen foi fechada em fevereiro de 2015, um mês antes da eclosão da guerra civil no país.

O QG GLOBAL utilizou como referências para produzir esta matéria a seguinte fonte: WIKILEAKS.

Fonte: QG GLOBAL
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