O novo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, revelou ontem numa entrevista ao jornal "New York Tines" que seria "uma grande realização" ajudar a mediar um acordo de paz entre israelenses e palestinos, acrescentando que o seu genro, o judeu milionário Jared Kushner, poderia desempenhar um papel importante nas negociações.

"Ficaria feliz se fosse eu a conseguir a paz entre israelenses e palestinos" - afirmou Trump.

Após meses de conflitos entre Trump e o jornal nova iorquino, o recém-eleito presidente decidiu visitar ontem a sede do jornal, em Nova Iorque, para criticar a cobertura do mesmo à sua campanha eleitoral, expressando o seu desejo para melhorar as relações com o jornal.

Entre os vários assuntos discutidos, incluíram-se Hillary Clinton, o conflito israelo-palestino, Steve Bannon, o aquecimento global e um outro potencial encontro com Barack Obama.

Tal como em outros assuntos, Trump tem estado a recuar em relação às suas "ameaças" feitas durante a campanha, especificamente no processo contra Hillary Clinton, e no tema do aquecimento global, do qual afirmou "manter uma mente aberta" em relação ao assunto.

Questionado sobre a nomeação do controverso antissemita Steve Bannon, Trump afirmou que ele "não é racista". Sobre a divulgada saudação nazista feita por um grupo numa reunião pública, Trump rejeitou o mesmo.

Fonte: Shalom, Israel

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