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    16 novembro 2016

    Exclusivo: Quando o pranto e o arrependimento é tarde de mais


    Sou uma pessoa como outra qualquer, trabalho, estudo e gosto de curtir a vida. Moro sozinho e não devo satisfações a ninguém.

    Moro perto de um prédio evangélico e a gritaria é diária, até hoje não sei como aquelas pessoas aguentam ficar ali por horas, ouvindo aquela gritaria sem fundamento algum. Até eu que não partilho da fé destas pessoas consigo discernir tamanha bobagem que sai da boca do orador!

    Tenho o costume de curtir minha balada noturna, e é claro, nunca volto para casa sozinho. Tenho meu carro e ele me ajuda muito, tanto na hora de me locomover, quanto na hora de conquistar as garotas.
    Minha casa já viu inúmeras meninas diferentes, não faço distinção de nenhuma, meu prazer é ficar com uma após a outra de modo constante. Nunca pensei em relacionamento sério, eles deixariam minha vida estagnada.

    É uma noite como outra qualquer, pego meu carro e vou em direção a faculdade, lá estudo direito e sou bem conhecido pelo porte físico e boa aparência. Não tenho dificuldade em ''barulhar'' nenhuma garota.
    Após sair da faculdade, fui em um bar costumeiro, ali bebi, me diverti e levei minha presa para minha casa. Isto se tornou rotina, e nisso a minha vida se passava.

    Certo dia pela manhã, topei com uma moça que era membro da igreja próximo a minha casa, e esta me pareceu bem simpática e extrovertida, ''além de ser bem atraente.'' Não usava aquelas roupas arcaicas e se cuidava como toda e bela mulher. Conversei um pouco com ela, nos conhecemos e logo consegui seu telefone. Aquela moça, na semana seguinte seria a próxima que eu levaria para minha casa.

    Gostei de ter ''ficado'' com moça, e sua conversa me pareceu muito interessante. Me questionava as vezes; ''Mas crentes não só fazem sexo após o casamento?'' Com ela foi diferente, e ela fez tudo ao contrário como manda os ensinamentos da sua fé. Eu achei bom, é claro!

    Eu passei a sair sempre com a moça, mesmo após os cultos quando terminava. Aquilo para mim estava ficando cada vez mais interessante. Ela me falou do evangelho algumas vezes, mas não dei muita importância, pois o meu pensamento sempre nutria hipocrisia por parte dela. ''Como ela poderia me ensinar um evangelho que ela mesma não segue?'' Me falava do inferno e de DEUS, mas parecia não acreditar nem em um e nem em outro... Em fim, nem eu e nem ela dava a minima para o que diziam ''as tais escrituras (Bíblia)''...

    Era uma manhã ensolarada e eu tinha combinado com Valquíria de ir em um riacho que eu muito gostava. Ficava distante uns 60 Km da cidade onde morávamos, e como eu gostava de correr com meu carro, aproveitava o ensejo, sendo meu ultimo recorde de 180 Km/h.
    Fomos ao riacho, o sol nos deixava com muito calor, porém o friozinho da água nos refrescava levemente. Havia mais pessoas ali. As crianças brincavam sorridentes e felizes.

    Conversamos muito sobre várias coisas da vida. Questionei ela à respeito de infringir as regras da sua fé e ela não exitou em mudar instantaneamente de assunto. A tarde passou muito rápido. São 17:00 da tarde e é hora de voltar, exclamei!

    Nos dirigimos ao carro e eu já me preparava para minha corrida corriqueira. Neste dia resolvi quebrar meu recorde, e como na volta havia trechos mais convidativos para correr, pisei sem dó nem piedade. Valquíria estava receosa, mas confiava em mim no volante e ao mesmo tempo se divertia, afinal, faziam alguns meses que nós saíamos juntos. Comecei trocando as marchas rapidamente, forçando a rotação do motor ao máximo para alcançar maior velocidade, quando de repente alguém vinha ultrapassando na contra mão de lá pra cá. Eu nada pude fazer. Estávamos a 190km/h e a pancada frontal foi fatal para ambas as partes. Em uma fração de segundos, perdemos nossas vidas, nossa salvação e nossos sonhos foram  drasticamente apagados. Tanto eu quanto Valquíria andávamos segundo os desejos da nossa carne, e por isso não dávamos a mínima para o que diziam as escrituras. Eu particularmente achava que todos iriam para o céu, não importasse o que tivesse feito em vida, mas me enganei! Meu DEUS!

    Ouço constantemente gritos de dor, ranger de dentes e gemidos de arrependimento neste lugar quente! Ninguém ouve, ninguém socorre e ninguém ''pode nos ouvir.'' Hoje meu arrependimento não influência sobre minha perspectiva de vida, sou apenas mais um réu de julgo eterno. Eu sofro como um condenado, estou queimando e sinto sede a todo instante. Não há se quer uma gota d'água neste lugar, não há se quer misericórdia nem graça. Meu arrependimento é morto e vão, ninguém ouve meus gritos desesperados! Ah se eu pudesse voltar atrás!

    Eu tive tempo para buscar e fazer a coisa certa, mas meus prazeres foram para mim mais importantes do que a eternidade. Hoje sei o que significa eternidade, e neste lugar obscuro e medonho, sinto o estridente arrependimento de que não poderei mais obter a salvação da minha alma. Sou réu das minhas escolhas e estou preso nas cadeias da escuridão, sem ninguém, sofrendo incessantemente, padecendo e com a consciência pesada de que não adianta mais meu arrependimento nem meus gritos de desespero enquanto sofro dolorosamente.

    Valquíria ainda é pior, pois ela conhecia as escrituras e se deixou levar por uma aventura promíscua. Ouço os gritos dela a toda hora, e ver sua face agonizando de arrependimento enquanto sofre sem parar, é aterrador, mas o que podemos fazer, se já é tarde de mais para se arrepender?

    OBSERVAÇÃO: Esta história é uma ficção criada pelo site O CORREIO DE DEUS a fim de conscientizar seus leitores para que se arrependam dos seus maus caminhos. Na sua vida, em qualquer momento, este poderá ser o último.

    Lhes faço um apelo;

    Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor, (Atos 3:19)


    Medite nesta palavra;

    O que vos digo em trevas dizei-o em luz; e o que escutais ao ouvido pregai-o sobre os telhados.
    E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo. (Mateus 10:27,28)


    Para reflexão final;

    Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? (Lucas 12:20)

    Escrito e desenvolvido por Cezar S D S Scholze

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