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    26 outubro 2016

    Estado Islâmico força mãe a ver a morte do próprio filho que não negou a Jesus


    Alice Assaf conta que, durante um ataque do Estado Islâmico, ainda insistiu para que seu filho se escondesse, mas o rapaz se recusou, dizendo que não teria medo de morrer por causa de sua fé em Jesus.

    Uma mulher cristã assíria compartilhou um relato sobre como os membros do grupo terrorista Estado Islâmico brutalmente assassinaram seu filho, diante de seus olhos, porque ele não negou sua fé em Jesus Cristo.

    Durante uma entrevista com o grupo de direitos humanos com sede na Califórnia do Sul 'Roads of Success' ('Estradas do Sucesso'), Alice Assaf recordou como o Estado Islâmico invadiu sua cidade natal de Adra al-Ummaliya, no subúrbio de Damasco, em 2014, e imediatamente começou a matar todos os cristãos.

    "Os membros de 200 famílias diferentes foram mortos diante de nossos olhos", disse Assaf, de acordo com uma tradução em Inglês fornecida pela Ministério em um vídeo publicado no YouTube. "Eles atiravam e nós testemunhávamos a execução de muitos. Então eu disse aos meus filhos que era melhor nós morrêssemos em nossa própria casa, para que os nossos outros parentes soubessem o que aconteceu conosco. Quando chegamos em casa, um pessoa me disse: 'O Estado Islâmico está matando todos os cristãos".

    Assaf contou como militantes deram continuidade à matança, indiscriminadamente, massacrando, pelo menos, seis homens e cerca de 250 crianças - todas elas com menos de quatro anos de idade - nas proximidades de uma padaria.

    "Mais tarde, soubemos que os militantes agarraram seis homens fortes que trabalhavam em uma padaria e os queimaram dentro do forno", explicou ela. "Depois disso, eles pegaram cerca de 250 crianças e as esmagaram na máquina de amassar pão".

    Pouco tempo depois, os membros do exército sírio começaram a se esconder na casa de Assaf.

    "Eu disse ao meu filho que poderiámos ser assassinados por causa dos soldados escondidos em nossa casa", disse ela. "Meu filho respondeu: 'Eu prefiro morrer do que fugir'. Então, quando o Estado Islâmico invadiu o condomínio de apartamentos em que vivemos, o meu vizinho viu e pedi ao meu filho que ele usasse um nome muçulmano, 'Khaled'. Mas ele disse: "Não. Eu não quero morrer com o nome 'Khaled".

    "Meu filho me disse: 'Não, mãe, eu não quero morrer com uma identidade que não é a minha. Eu prefiro morrer com o nome de George", Assaf continuou. "Eu pedi ao meu filho, em seguida, que se escondesse, mas ele recusou e disse: 'Eu não quero me esconder. Você é a pessoa que me ensinou a seguir o que Cristo disse: Qualquer que me negar diante dos homens, também eu o negarei antes de meu pai que está nos céus".

    Infelizmente, Assaf e sua família foram denunciados por vizinhos muçulmanos, que informaram ao grupo terrorista que os soldados estavam se escondendo em sua casa. Imediatamente, os combatentes do Estado Islâmico invadiram a casa da família e lhes ordenaram a se converter ao islamismo.

    "Então, eles invadiram a nossa casa, enfurecidos e prenderam meu filho", explicou ela. "Disseram-lhe que não iriam matá-lo se ele abandonou sua fé cristã. Mas, ele lhes disse: 'Eu nunca vou abandonar a minha fé'. Então, eles começaram a espancá-lo no quarto de hóspedes. Levaram-no para o quintal e atiraram nele, diante dos meus olhos. Eles o mataram".

    Assad disse que consola-se com o fato de que seu filho morreu como um verdadeiro cristão, mas disse que ainda sente a dor da dura perda do rapaz, que nem mesmo teve um enterro decente.

    "O exército o enterrou em uma vala comum, porque muitas pessoas foram mortas naquele dia", disse ela. "Sim, muitos foram mortos. Eu continuei a procurar o corpo do meu filho nos necrotérios durante dois meses, na esperança de encontrá-lo entre os cadáveres. O meu desejo era encontrar seu corpo e eu mesma enterrá-lo".

    Os cristãos assírios estão historicamente entre os primeiros habitantes do Iraque e da Síria e sofreram extrema perseguição nas mãos de combatentes do Estado Islâmico. Desde que começou a ultrapassar grandes áreas do Iraque e da Síria em 2014, o Estado Islâmico matou, torturou e expulsou milhares de cristãos assírios em um esforço para limpar a área de pessoas que declarassem qualquer tipo de fé diferente do islamismo.

    Enquanto isso, A 'World Watch Monitor' relata que muitos daqueles que foram expulsos de suas casas ainda estão proibidos de voltar e estão em meio a um fogo cruzado, ainda que o Estado Islâmico esteja perdendo territórios no Oriente Médio.

    A organização descobriu que os cristãos assírios, especificamente aqueles em Tel Nasri, Tel Goran e outras aldeias, ainda não conseguiram voltar para suas casas, porque milícias curdas agora ocupam essas comunidades depois que expulsaram os militantes do Estado Islâmico.

    Fonte: Guiame

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