Ele diz que a associação entre sua candidatura e a religião fez sua rejeição ser estratosférica em campanhas anteriores

Primeiro colocado na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro, o bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Marcelo Crivella sustenta que a associação entre sua candidatura e religião fez sua rejeição ser estratosférica em campanhas anteriores.

Adepto do criacionismo, ele diz, em entrevista ao jornal Extra, que é a favor do ensino religioso não obrigatório. E que “não faz sentido” Garotinho ter algum tipo de participação em seu governo.

Sobre uma possível participação da igreja em seu governo ele se defende. "A Universal não participa da campanha. E não vai participar do meu governo. Há uma dúvida entre os meus eleitores. Não participa da minha campanha e não participará do meu governo", enfatizou.

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