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    08 abril 2016

    Papa pede compreensão sobre 'adultérios' - Veja o que a Bíblia diz a respeito disso


    Papa apoiou a readmissão dos recasados (casais em que pelo menos um dos cônjuges era divorciado ou viúvo) nos sacramentos, mediante um processo de acompanhamento

    AFP

    O papa Francisco abre a porta aos divorciados que voltam a se casar para que possam ter acesso, de acordo com cada caso, à comunhão, aceita as uniões de fato e rejeita o casamento gay em um documento muito aguardado que fala sobre a família.

    Ao pedir sua inclusão na Igreja, a exortação apostólica de Francisco sobre a família responde às expectativas dos divorciados que casam novamente, no civil.
    "Não é possível dizer que todos os que se encontram em alguma situação chamada 'irregular' vivem em uma situação de pecado mortal", afirma o pontífice.
    "As pessoas não podem ser condenadas para sempre".

    A segunda exortação apostólica de Francisco, "Amoris Laetitia" ("A alegria do amor"), de 260 páginas, fixa as diretrizes da Igreja sobre a família e o matrimônio, além de convidar sobretudo a "acompanhar, discernir e integrar".

    O documento é fruto de dois ciclos de consultas e de dois sínodos tensos, celebrados em outubro de 2014 e outubro de 2015, sobre a crise da família.

    O pontífice argentino decidiu convocar dois sínodos sucessivos sobre o mesmo tema para levar a Igreja a refletir e buscar uma atualização ante as transformações das sociedades modernas.

    "Nem todas as discussões doutrinárias devem ser resolvidas com intervenções magisteriais", adverte Francisco, cujo texto reflete seu estilo, com uma escrita clara e direta, assim como dois princípios de seu papado: menos rigidez ante a doutrina e disponibilidade para escutar.

    Divorciados que voltam a casar não estão excomungados

    Francisco convida a Igreja a fazer com que os divorciados que casam novamente que "são parte da Igreja" e recorda claramente que "não estão excomungados".

    "Estas situações exigem um atento discernimento e um acompanhamento com grande respeito, evitando qualquer linguagem e atitude que faça com que sintam-se discriminados, promovendo sua participação na vida da comunidade", escreveu o papa.

    "Apesar de não citar explicitamente a admissão à eucaristia no texto, em uma nota se faz referência aos sacramentos. Francisco explica que não é possível fixar regras canônicas gerais, válidas para todos, então o caminho é o do discernimento caso por caso", explicou o vaticanista Andrea Tornielli no site Vatican Insider.

    "Não existem receitas simples", reconheceu o bispo de Roma.
    O pontífice argentino, que cita os grandes escritores latino-americanos Jorge Luis Borges, Octavio Paz e Mario Benedetti, além do psicanalista Erich Fromm, pede que se evite julgamentos que "não levem em consideração a complexidade" das situações.
    Na segunda exortação de seu breve pontificado, Francisco aceita as uniões pré-matrimoniais como um passo adiante "para o caminho da plenitude do matrimônio e da família" e reconhece as numerosas razões pelas quais os casais, segundo o contexto social e cultural, decidem conviver.

    Dividido em nove capítulos e 325 parágrafos, o texto de Francisco reitera sua visão da Igreja, que "não é uma alfândega, é a casa do Pai".

    No capítulo em que aborda as relações homossexuais, o papa reitera que toda pessoa, independente de sua tendência sexual, deve ser "respeitada em sua dignidade", procurando evitar "qualquer discriminação injusta".

    No entanto, considera "inaceitável" equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo com o matrimônio entre um homem e uma mulher. O texto destaca que "não existe fundamento para assimilar ou estabelecer analogias, nem sequer remotas", entre ambas realidades.

    O texto também é um manual para os casais, os noivos, para a preparação do casamento, para a vida das famílias no dia a dia e fala pela primeira vez da necessidade de uma educação sexual.

    O documento também aborda temas como casamentos arranjados, poligamia, as famílias divididas pela migração, os casamentos interreligiosos, os abusos sexuais dentro da família, as mutilações sexuais e a violência contra as mulheres. Com informações de O tempo Jornalismo

    Entenda o que é adultério segundo a Bíblia


    O casamento é algo único, e é estipulado por DEUS como sendo uma união entre um homem e uma mulher;

    Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. (Gênesis 2:24)

    A partir do momento que o homem uni-se à sua mulher, os dois tornam-se uma só carne como elo vitalício, por tanto não há como um casal se separar e depois ajuntar-se novamente com outra pessoa, pois se assim fizerem, estarão em pecado diante de DEUS.

    …Todavia, ordeno aos casados, não eu, mas o Senhor: Que a esposa não se separe do marido. Se, porém, ela se separar, que não se case, ou que se reconcilie com o seu marido. E que o marido não se divorcie da sua esposa. A todos os demais, eu particularmente, não o Senhor, vos digo: Se algum irmão tem mulher descrente, e esta se dispõe a viver com ele, não se divorcie dela. … (1 Coríntios 7:10-12)


    É dito;

    Eu, porém, vos digo: Qualquer que se divorciar da sua esposa, exceto por imoralidade sexual, faz com que ela se torne adúltera, e quem se casar com a mulher divorciada estará cometendo adultério.(Mateus 5:32)

    A Bíblia dá o suporte para que haja uma separação se houver adultério? Sim, porém em nenhum momento diz que neste caso pode haver novo casamento por parte do homem que sofreu a imoralidade por parte da esposa e ainda é enfatizado, que qualquer que casar com a mulher que cometeu o adultério, estará também de baixo de adultério, agora eu lhes pergunto: por que a mulher fica vedada para um novo casamento? É óbvio que é para que haja reconciliação e o perdão por parte do conjugue. É difícil, porém não impossível, pois CRISTO nos capacita para tal ato nobre...

    Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido, adultera também. (Lucas 16:18)


    Ai irão me perguntar; Oras, mas então tenho que viver minha vida inteira com minha esposa ou marido? É claro que sim! Isso serve para vocês pensarem muito bem antes de casar e ver que casamento não é brincadeira e uma coisa banal. É algo muito sério! Tiramos pela relação que há entre CRISTO e nós..., somos a noiva de CRISTO, devemos lealdade e fidelidade ao noivo da igreja!

    Em que caso, posso casar-me novamente?

    A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. (1 Coríntios 7:39)

    Apenas em caso de morte um dos conjugues poderá casar-se novamente. Então o que aprendemos com isso tudo? Aprendemos que casamento é algo tão sério que devemos estar completamente lúcidos quanto a união, haja visto que é sabido que a união é para a vida toda.

    Que DEUS os abençoe!

    Por Cezar S D S Scholze
    O CORREIO DE DEUS

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