Em vídeo divulgado essa semana, o Estado Islâmico faz novas ameaças reais e concretas de ataques às principais capitais europeias, incluindo Londres, Berlin e Roma. No vídeo, que contém imagens de forte apelo intimidador que podem até mesmo chocar algumas pessoas, é narrado em inglês com forte sotaque. Nele, o Estado Islâmico assume mais uma vez a autoria pelos atentados terroristas muçulmanos em Paris no ano passado e em Bruxelas semanas atrás, que custaram a vida de centenas de pessoas e causaram outras centenas de feridos.


O vídeo enfatiza o tempo todo que esses ataques criminosos são perpetrados em nome do islã, e cita trechos específicos do alcorão e dos ensinamentos e narrativas da vida de Maomé, os chamados hadiths, para justificar tais crimes. Dirigido ao mundo ocidental e particularmente aos cristãos, o vídeo diz em um trecho: “Esta mensagem é para vocês povos da cruz, para que saibam quais são suas poucas opções: ou vocês se submetem e aceitam o islamismo, ou paguem tributo ou então enfrentarão a guerra“. Em outra passagem, o narrador diz: “Pela glória de Alah, nós somos homens que amamos a morte tanto quanto vocês amam a vida, e lutaremos dia e noite contra os infiéis“. O vídeo foi produzido por um grupo denominado Al Wa’ad Media Production, cujos integrantes estão localizados em Raqqa, cidade iraquiana que se tornou a capital do Estado Islâmico.

Desde o seu surgimento, o Estado Islâmico faz questão de enfatizar aquilo que de fato ele é: a expressão da mentalidade e da ideologia do islamismo na sua forma mais acabada e plena, que consiste na intolerância absoluta com o restante da humanidade que não é muçulmana, no uso da violência nas suas formas mais selvagens para lidar com aqueles que o islã considera seus inimigos, e na noção de que a missão do islã é estar em guerra permanente, a jihad, com todo o mundo não muçulmano, até que esse se submeta e se converta, ou aceite viver sob o jugo da tirania islâmica sob a condição de dhimittudes, ou seres humanos inferiores, que pagam tributos ao islã para terem o direito de continuar vivos.

Esses preceitos estão em conformidade com o que está escrito no alcorão e nos demais textos ideológico-religiosos do islamismo, e se constituem na natureza intrínseca do islã, a qual o Estado Islâmico incorpora e expressa na sua forma mais cruenta. Portanto, negar a natureza muçulmana do Estado Islâmico como faz Barack Obama e demais lideranças políticas socialistas e socialdemocratas da Europa, ou ainda advogar a mentira cínica e criminosa de que o islã é uma religião de paz, como faz o cardeal-chefe da Igreja Católica Mario Bergoglio, representa uma traição e uma rendição completa da própria civilização ocidental ante a um inimigo que há séculos tem o objetivo explícito de destrui-la.

Uma traição e uma rendição que foram levadas a cabo pelo establishment político ocidental tomado pela esquerda marxista. Por esta razão, antes de enfrentar a ameaça real da jihad islâmica, a civilização ocidental precisará primeiro se livrar do inimigo interno que mora dentro de casa: a esquerda marxista em suas várias correntes, bem como todos os instrumentos gramscianos de guerra política que ela criou, como o multiculturalismo e politicamente correto, para levar adiante seu objetivo de destruição do modo de vida ocidental. Destruição essa que a esquerda terceirizou para o islã, e que este vem realizando-a sem encontrar nenhuma resistência.

(Com conteúdos de Jihad Watch e BreitBart)

Extraído de; Critica Nacional

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