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    31 janeiro 2016

    Vaticano: Nazismo e Holocausto que ninguém comenta


    Neste post vamos abordar a ligação entre o Vaticano, o "Papa Negro" a "Ordem dos  Jesuítas" e os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. 

    Holocausto: o sacrifício em massa de mais de 18 milhões de protestantes, cristãos ortodoxos, judeus e minorias étnicas, mortos de fome em campos de concentração, por envenenamento em câmaras de gás, ou mesmo queimads vivos em fornos na Polónia e Rússia, a menos de setenta anos atrás, por ditadores católicos Adolf Hitler e Stalin. Essa mosntruosidade representa o maior ato de sacrifício humano em massa da história.


    Uma grande quantidade de militares e meios logísticos foram envolvidos diretamente nessa "Nova Inquisição" de Roma durante a 2ª guerra (1939-1945). O esforço para sacrificar "eficientemente" o maior número de não-católicos incluiu a construção de dezenas de câmaras (justamente para essa finalidade - 24 horas por dia, 7 dias por semana).

    Essa "tarefa" não poderia ser executada sem auxílio de diversas áreas:

    Sem a ajuda de uma empresa de tecnologia americana, que desenvolveu os primeiros computadores para a tarefa de listar os que seriam salvos e os que seriam abatidos.... E se não fosse as centenas de milhões de dólares em pesquisas farmacêuticas em agentes químicos, para dopar as pessoas a fim de "facilitar" o envio das vítimas para as câmaras e fornos, o plano teria sido impossível de ser efetivado.

    Mas acima de tudo, foi o apoio do Vaticano e outros líderes que tornaram possível a realização do holocausto.

    A versão contada para nossa geração, de que o Holocausto foi meramente um ato racista nazista de extermínio não passa de uma farsa. Os principais arquitetos desse período terrível permanecem protegidos até hoje, como um escárnio à memória de cada judeu, de cada cristão ortodoxo, todos os protestantes, cada Batista e cada pessoa sacrificada no holocausto.

    Então quem realmente estava por trás do holocausto, e por que???


    Para muitos leitores, apenas a introdução deste artigo será grave causa de preocupação. 
    Para muitos, o fato de o envolvimento total e completo da Igreja Católica desde os mais  altos níveis no sacrifício de milhões de pessoas inocentes pode soar absurdo. Para outros, a alegação de que Stalin e até mesmo Heinrich Himmler eram padres jesuítas vai soar como uma loucura.

    Não é apenas a questão de "quem estava realmente por trás do Holocausto? E por quê? ".

    Mas a necessidade de indicar claramente a verdade que três vezes mais pessoas morreram nos campos de sacrifício humano do que o que eles divulgaram em números oficiais, e que pessoas que fizeram hoje tem ainda maiores recursos financeiros, influência e poder do que na época que eles fizeram isso há setenta anos.

    A Primeira Guerra Mundial marcou um divisor de águas para o Vaticano. 

    A destruição do império Áustro-Hungaro finalmente libertou os Papas-depois de quase 500 anos-de tratados que permitiram os descendentes dos imperadores romanos de intervir diretamente nas eleições papais. 

    Pela primeira vez em cinco séculos, a Igreja Católica viu-se agora livre para perseguir seu próprio curso, sem temer a influência das famílias reais, com uma exceção - a Alemanha. 

    Uma vez que a família real alemã foi destruída, a igreja católica seria completamente livre.

    Foi Achille Ratti (Papa Pio XI) que desenvolveu uma nova estratégia de combate através de sua "Bula Papal Ubi Arcano" (Dezembro de 1922) para incentivar, promover e escolher homens católicos e mulheres que buscam os melhores interesses da Igreja em suas respectivas sociedades, sem se tornar padres e freiras.

    O efeito das políticas, planos e editais do Papa Pio XI foram para efetivamente difundir as  lideranças católicas em todo o mundo - como um partido político gigante - que poderia facilmente derrotar qualquer outro candidato, presidente, primeiro-ministro.... um que também poderia eleger o seu próprio líder - com fidelidade absoluta a Roma.


    Em 1919, um político protegido do Papa Pio, Eugenio Pacelli, já havia selecionado um candidato adequado para a igreja, o jovem oficial da inteligência Alemã, ferozmente católico - chamado Adolf Hitler. Pacelli passou a se reunir pelo menos uma vez por semana durante os primeiros anos em Munique, como uma espécie de "Padrinho conselheiro" de Hitler e também principal financiador do seu partido.

    Sim, um dos principais assessores do Papa financiou o partido nazista da Alemanha.

    Joseph Ratzinger, que em 2005 veio a se tornar o Papa Bento XVI, fazendo uma saudação Nazista.

    Novamente o papa Bento XVI usando uma suástica Nazista

    Em 1933, a Igreja Católica tinha conseguido ir muito além de seus sonhos mais selvagens, elegendo com sucesso ditadores fiéis católicos romanos na Itália, Alemanha, Espanha, Croácia, Rússia e nações-chave na América do Sul.

    Foi provavelmente este o ano em que o Vaticano e os jesuítas possuiram o maior poder em suas mãos nos ultimos 600 anos, e foi o ano que que o cardeal Pacelli idealizou a "solução final" para controlar também os não católicos.


    Construindo o ambiente de ódio, o racismo contra as minorias:

    Até a década de 1930, o governo dos Estados Unidos ainda estava "tecnicamente" em guerra diplomática com o Vaticano por causa do assassinato de Abraham Lincoln setenta anos antes (a mando do vaticano). Mas após a eleição do católico Franklin Delano Roosevelt como Presidente, a Igreja Católica encontrou um aliado forte na retomada das relações.

    Graças ao trabalho padre jesuíta Edmund Walsh - um dos mais poderosos americanos da história - e seu intenso e incondicional apoio a Hitler e ditadores católicos como "bom para os negócios"... centenas de milhões de dólares começaram a ser investidos na reconstrução da economia alemã e no revolucionário partido Nazista.

    Com os Estados Unidos agora como um forte aliado do Vaticano - pela primeira vez na história - o Padre Wlodimir Ledochowski desencadeou uma corrente de literatura e propaganda contra grupos minoritários, especialmente os judeus, incluindo o infame e mundialmente conhecido "Protocolos dos Sábios de Sião" - um documento forjado, que se fosse simplesmente re-editado substituindo a palavra "judeu" por "jesuíta", seria uma obra prima em veracidade.

    Dentro de uma geração, o mundo tinha se transformado rapidamente... de discussões filosóficas relativas secularismo e por que "Deus está morto" para discussões sérias sobre eugenia, pureza racial e como lidar com perigosas minorias "anti-sociais".


    Em 1937, o anti-semitismo, o ódio anti-minoria orquestrado pelo Padre Ledochowski e seu exército jesuíta tornou-se tão difundido, que a maioria dos ditadores católicos estavam confortáveis com a idéia de que o público não iria irromper em rebelião se minorias começassem - por "segurança" - a serem "afastados" da sociedade.

    A Solução Final do Vaticano - através do Papa Pio XII

    Com o mundo agora em guerra no final de 1939, o Vaticano tinha as condições ideais para dar andamento no seu plano de efetuar uma "limpeza étnica" em uma escala sem precedentes.

    Como prova para o mal premeditado da equipe do Papa Pio XII - Ledochowski já tinha forçado Hitler a aceitar a nomeação do então seminarista Heinrich Himmler - Então com 29 anos de idade - como chefe da Schutzstaffel (SS Nazista) em 1929. Pacelli e Ledochowski ajudaram a proteger e guiar Himmler durante a eclosão da II Guerra Mundial. Foi ele quem comandou a mais poderosa e temida força policial de toda a Alemanha.

    O plano era simples - convencer os ditadores católicos a transportar o "indesejado" aos "campos de trabalho", onde seriam colocados em uso e, mais tarde, "despachados", ou seja, assassinados discretamente usando os serviços confiáveis da unidade nazista mais "intocável", a SS. 


    É quase certo que nenhuma menção do sacrifício humano vivo, nem rituais satânicos teriam sido jamais mencionadas a ninguém pelos altos círculos do Vaticano e dos jesuítas, nem pela tropa leal da SS sob o comando do P. Himmler.

    Um dos mistérios históricos da II Guerra Mundial é "por que os nazistas escolhiam certos locais na Polonia para instalar os campos de sacrifício?" 

    A esta pergunta uma série de respostas tradicionais são dadas - como por exemplo que a Polónia era um país localizado em uma zona central, para a qual milhões de corpos poderiam ser transportados como gado de forma mais fácil.

    Mas não foi só isso...

    A Polonia ocupava um lugar no centro do poder jesuíta espiritual na Europa, mostrando mais uma vez que o ocultismo estava o tempo todo de mãos dadas com o Vaticano, agindo por detrás dos bastidores e colaborando para o andamento do holocausto.



    O Vaticano e a igreja católica romana tem muito mais a explicar à humanidade além da barbárie da inquisição... muito mais.

    Com certeza darão conta à Deus!

    Por Leonardo Souza


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