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    11 dezembro 2015

    A venda do evangelho movimenta cerca de R$ 21 bilhões por ano


    ''O segmento atrai cada vez mais empresários que oferecem produtos específicos para este público''

    O público evangélico representa mais de 22% da população brasileira, chegando a marca de 42,2 milhões de pessoas segundo dados do Censo 2010 do IBGE.

    Essas pessoas consomem produtos próprios que vão de CDs, livros e Bíblias até roupas e aplicativos para dispositivos móveis movimentando um mercado cada vez mais lucrativo.

    Em entrevista ao Terra, Marcelo Rebello, presidente da Abrepe (Associação Brasileira de Empresas e Profissionais Evangélicos) afirmou que o mercado chega a movimentar cerca de R$ 21,5 bilhões por ano.

    “Estimamos que os evangélicos movimentem cerca de R$ 21,5 bilhões por ano. É um público com bom poder de consumo, pois vive uma vida mais regrada e não gasta com bebida, cigarro ou balada”, disse.

    O empresário destaca que nos últimos dez anos os empresários começaram a investir nesse segmento e cada vez mais temos empresas voltadas para o público evangélico.

    O crescimento desse mercado está em adequar os produtos e serviços à doutrina cristã. Muitas vezes os religiosos não encontram opções no mercado tradicional que respeitem suas crenças e valores, fazendo surgir a necessidade de negócios especializados.

    Um dos exemplos são as grifes de moda evangélica como Thais Rodrigues Moda Feminina e tantas outras que identificaram a dificuldade de encontrar peças atuais com informação de moda, mas que não fossem consideradas vulgar para o ambiente da igreja.

    Para os homens há marcas como a Servos Cia, especializada em moda social masculina de alto padrão.

    “O mercado evangélico já conta com grandes players, e hoje é preciso ter um diferencial para investir na área. Nossa aposta está no fato de o homem gostar de se vestir bem, mas encontrar altos preços em ternos de grife. Oferecemos produtos de qualidade similar, mas que saem muito mais barato em função da marca”, revela Anderson Finizola, proprietário da Servos Cia.

    Há outros setores da economia que passam a olhar para o público evangélico e apresentarem produtos específicos. Marcelo Rebello destaca o setor de tecnologia, cada vez mais importante para melhorar os recursos de áudio e vídeo das igrejas.

    “Grande parte das igrejas já transmite seus cultos ao vivo pela internet, e isso gera a necessidade de serviços de edição, por exemplo. Além disso, hoje existem redes sociais para evangélicos e aplicativos de pregação online que permitem o contato do fiel com o pastor em tempo real”, afirma. 

    Fonte: Terra

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