Enquanto boa parte do país voltou a receber precipitação nas últimas semanas, ainda que de maneira bastante irregular e com baixo teor acumulativo, a situação em diversos municípios da metade norte de Minas Gerais e do interior do Nordeste, nada mudou.
Em Barreiras, no oeste da Bahia, por exemplo, a última precipitação com efeito acumulativo, de 41 milímetros registrada na estação convencional do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), foi em 30 de abril, ou seja, há 165 dias.
O racionamento de água na região persiste, bem como o município reconhecido pelo governo federal com a “situação de emergência” em vigor.
A região de Barreiras é o principal celeiro agrícola da Bahia, onde a cultura de algodão, milho e soja é muito forte, mas devido à ausência por completo de chuva, produtores rurais sequer movimentaram o solo para o plantio da nova safra, que por sinal já está bastante atrasado.
Outra importante região agrícola do Nordeste, a área de Alto Parnaíba, no sul do Maranhão, não recebe chuva acumulativa há 170 dias. Os produtores rurais estão desanimados com a falta de chuva e muitos, sequer arriscaram iniciar os trabalhos na expectativa de retorno da chuva.
No sul do Ceará, área de Juazeiro do Norte, muitos produtores rurais perderam até mesmo as sementes para o plantio da nova safra e animais seguem morrendo a cada dia.
Apesar de irregular, a volta da chuva nos últimos dias, não foi suficiente para iniciar o plantio da safra de verão também em Tocantins. A taxa de umidade no solo segue muito baixa, inferior a 10% na maioria dos municípios, segundo o monitoramento realizado pelo Sistema de Monitoramento Agrometeorológico (Agritempo) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).


(Crédito da imagem: Reprodução/Cptec/Inpe)

(Fonte da informação: De Olho No Tempo Meteorologia)

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