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    09 outubro 2015

    Ataques a faca se propagam contra israelenses


    Os ataques com armas brancas contra israelenses se propagaram nesta quinta-feira com quatro novos incidentes que fizeram sete feridos, em meio a um clima de grande tensão em Israel, enquanto dois palestinos foram mortos na escalada da violência.

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou no final da tarde desta quinta-feira que Israel enfrenta uma "onda de terrorismo", principalmente não organizado, mas favorecido pela incitação ao ódio da parte da Autoridade Palestina, do movimento islamita Hamas e de alguns países regionais.
    Netanyahu, que se expressou durante uma coletiva de imprensa, prometeu agir com "determinação" contra a violência, mas reconheceu que não há "solução mágica" para combatê-la.
    Sete pessoas ficaram feridas nesta quinta-feira em Jerusalém, Tel Aviv, no norte de Israel e perto de uma colônia da Cisjordânia ocupada, de acordo com a polícia e o exército israelenses.
    Um dos agressores foi morto, dois outros presos, enquanto um terceiro está sendo procurado.
    Um palestino também foi morto pelas forças de segurança israelenses em Jerusalém oriental durante confrontos relacionados a um desses ataques.
    Desde 3 de outubro, nove ataques do tipo, praticados principalmente por jovens palestinos, deixaram dois mortos e treze feridos israelenses ou judeus. Quatro supostos agressores foram mortos.
    Muitos israelenses começam a olhar por sobre os ombros, enquanto um telefonema para a polícia relatando uma pessoa suspeita de portar um objeto semelhante a uma faca em Jerusalém Ocidental provocou uma enorme mobilização policial.
    Em meio à tensão, Israel começou a instalar detectores de metais na Cidade Velha de Jerusalém, importante centro religioso e turístico.
    Normalmente muito movimentadas, as ruas da Cidade Velha de Jerusalém Oriental, a parte palestina de Jerusalém anexada e ocupada por Israel, eram ocupadas nesta quinta por centenas de policiais e apenas alguns turistas e peregrinos.

    Confrontos em campo de refugiados

    Em Tel Aviv, Thaer Abu Ghazaleh, um palestino de 19 anos de Jerusalém Oriental, feriu quatro pessoas, inclusive um jovem soldado israelense, com uma chave de fenda, informou a polícia. Ele foi morto por um soldado.
    Perto da colônia de Kiryat Arba, a leste de Hebron, na Cisjordânia, em uma área de tensões permanentes entre colonos e palestinos, um palestino esfaqueou e feriu gravemente um civil israelense, segundo o exército, que ainda está à procura do agressor.

    Onda de violência

    Mais cedo, Subhi Abu Khalifa, um palestino de 19 anos do campo de refugiados de Chuafat, em Jerusalém Oriental, feriu gravemente um judeu ortodoxo israelense em Jerusalém e foi preso, de acordo com a polícia.
    Na parte da tarde, confrontos violentos irromperam neste mesmo campo quando as forças israelenses tentaram invadir a casa de Subhi Abu Khalifa.
    Um jovem de 20 anos de idade foi morto por tiros israelenses.
    Além disso, um soldado israelense foi esfaqueado em Afula, no norte de Israel, segundo a polícia e o exército. O agressor foi preso.
    Na quarta-feira, três ataques semelhantes fizeram com que Netanyahu pedisse aos israelenses que se mantivessem em "alerta máximo".

    Onze mortos em uma semana

    A nova onda de violência tem provocado há uma semana comparações com as Intifadas palestinas de 1987 e 2000. Os palestinos, em sua maioria jovens, têm deixado explodir sua raiva contra décadas de ocupação.
    Desde 1º de outubro, data da morte de dois colonos na Cisjordânia, quatro israelenses e sete palestinos morreram em meio à violência, incluindo quatro supostos agressores.
    Os confrontos entre palestinos que lançam pedra e soldados ou policiais israelenses nos territórios ocupados da Cisjordânia e em Jerusalém Oriental têm aumentado, bem como os atos de represália mútua entre palestinos e colonos na Cisjordânia.
    Frente a esta escalada da violência, Netanyahu proibiu deputados e ministros de visitar a Esplanada das Mesquitas. Mas os representantes árabes no Parlamento, em solidariedade aos palestinos, decidiram desafiar esta proibição.

    A visita de judeus à Esplanada é considerada pelos palestinos como uma provocação. O controle do acesso ao local, sagrado para muçulmanos e judeus, é um fator chave nas tensões.
    Neste contexto, Israel voltou a proibir o acesso à Esplanada das Mesquitas aos homens com menos de 50 anos durante a grande orações muçulmana de sexta-feira.
    Tais restrições de idade, regularmente promulgadas em momentos de tensão, são concebidas como uma tentativa de reduzir o risco de confrontos no interior e nas imediações da Esplanada, terceiro lugar mais sagrado do Islã.

    Da AFP

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