Cairo — O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) matou uma mulher a pedradas e puniu com chibatadas seu parceiro após acusá-los de adultério, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

As penas foram aplicadas na presença de dezenas de pessoas, perto de uma escola e um hospital, situados no centro da cidade de Raqqah, o principal reduto da organização terrorista na Síria.

Com o caso de hoje, chegou a 3.157 o número de pessoas mortas pelos terroristas do EI nas regiões sírias em seu controle, desde que a organização anunciou a criação do califado em 29 de junho do ano passado. Ao todo, 1.843 eram civis, entre eles 75 menores e 95 mulheres.

O EI assassina a sangue frio por supostas "ofensas a Deus e a religião, colaborar com órgãos e serviços secretos estrangeiros, praticar feitiçaria, cooperar com a coalizão internacional ou trabalhar para o regime sírio". A forma de morte varia conforme o crime. 

EFE

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