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    16 julho 2015

    Organização abortista é denunciada por vender partes de bebês mortos


    Um escândalo está incendiando o debate sobre aborto nos EUA, país onde a prática é legalizada desde a década de 1970. A organização Planned Parenthood,[Paternidade Planejada] que tem um histórico de embates jurídicos com os evangélicos e organizações antiaborto foi denunciada por uma prática ilegal e imoral.

    A médica Deborah Nucatola, uma das diretoras da organização abortista foi flagrada em um vídeo negociando partes dos corpos de bebês abortados. Usando câmeras ocultas, atores se passando por compradores de órgãos e fetos humanos negociaram com Nucatola em um restaurante.

    A doutora admite vender partes dos corpos dos nascimentos parciais, ocasiões em que o bebê é retirado ainda com vida do útero da mãe. Chefe do departamento médico do Planned Parenthood, é ela que supervisiona os médicos em todas as clínicas da organização desde 2009. Também treina os novos médicos abortistas.

    No vídeo, Nucatola explica que a venda das partes dos corpos dos bebês é sempre em dinheiro vivo, e que a organização fica com os lucros. Isso configura tráfico de órgãos humanos. Em meio às negociações confessa que utiliza procedimentos ilegais de aborto, a fim de obter peças “vendáveis”, e que toma precauções para encobrir isso.

    Com frieza, enquanto toma vinho e come uma salada, explica quais órgãos são mais procurados (fígado, coração, pulmões) e que existe todo um cuidado na hora de fazer o procedimento de retirada dos bebês.

    O vídeo foi filmado e divulgado pelo Centro para o Progresso Médico, como parte de um estudo de jornalismo investigativo, abordando o tráfico ilegal feito pela Planned Parenthood há pelo menos três anos.

    Presente em quase 150 países, inclusive no Brasil, essa organização abortista internacional foi denunciada mês passado pela organização pró-vida Live Action. Um relatório que investigou durante três anos unidades das clínicas, afirma que eles “escondem sistematicamente estupros e escravidão sexual de menores, realizando também práticas racistas e infanticidas”.

    Imediatamente os pré-candidatos à presidência dos Estados Unidos se manifestaram. Mike Huckabee, do partido republicano, que é um ex-pastor batista, deixou claro que o governo precisa rever sua relação com as organizações abortistas, já que muitas delas recebem incentivos federais.

    No Brasil, o aborto foi parcialmente legalizado pela presidente Dilma Rousseff, sendo ‘aceitável’ em alguns casos.

    Em 2014, o Ministério da Saúde publicou uma portaria que cria o procedimento de aborto legal na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). A determinação é que o governo irá pagar R$ 443,30, por cirurgia, aos hospitais.

    O senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, anunciou este ano que pretende promover um “amplo debate” sobre a proposta de legalização do o aborto até a 12ª semana de gestação.

    Ao mesmo tempo, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) apresentou o projeto de lei 882/15, que prevê a legalização do aborto até 12 semanas de gestação no Sistema Único de Saúde, se a mulher assim o quiser. 

    Com informações de Life News e WND

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