Beirute - O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) crucificou nesta quarta-feira quatro pessoas na Síria que não cumpriram o jejum do mês do Ramadã, enquanto outras 13 foram presas em uma jaula de ferro e expostas em público pelo mesmo motivo.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos, que conta com uma ampla rede de ativistas no terreno, explicou que os jihadistas aplicaram castigos diferentes pela mesma "infração", porque não cabiam todos na jaula.

Os quatro crucificados foram pendurados no muro do quartel da "hisba", corpo parapolicial do EI, na cidade de Al Mayadin, no leste da província nordeste de Deir ez Zor.

O resto das pessoas foram fechadas em uma jaula de ferro e exibidas em público na praça de Al Yardaq.

Durante todo este mês do Ramadã, o EI impôs castigos similares aos que consideravam que tinham burlado o jejum diurno.

Ontem, um homem foi exposto em uma jaula perto de um mercado na população de Tel Abiad, no norte da Síria.

O EI utiliza uma interpretação estrita da sharia ou lei islâmica e impõe restrições sob a ameaça de severos castigos nas zonas que domina.

A organização extremista sunita declarou há um ano um califado na Síria e Iraque, onde conquistou amplas partes de território.

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