Primeiro-ministro israelense condena assinatura: “erro histórico”

Ontem (14) foi finalmente assinado o acordo nuclear com o Irã. Há semanas o grupo liderado pelos EUA, mais as quatro potências integrantes do Conselho de Segurança da ONU (Rússia, China, França e Reino Unido), com participação da Alemanha, retiraram as sanções econômicas que atingiam principalmente o comércio do petróleo iraniano.
Com isso, o programa nuclear iraniano ficará “restringido” por mais uma década, sob supervisão da ONU. Isso não significa que o país ficará impedido de desenvolver armas atômicas.
A expectativa é que haja uma injeção na economia local de bilhões de dólares, melhorando significativamente a vida dos cidadãos iranianos. O presidente Barak Obama, admite que o acordo “não é baseado na confiança, mas em capacidade de verificação”.
Por sua vez, o presidente Hassan Rouhani, afirmou em discurso hoje que o Irã não deseja criar uma bomba atômica. Analistas, contudo, acreditam que passado o prazo do acordo (10 anos), os iranianos poderão retomar plenamente seu programa nuclear.
Israel acredita que os milhões de dólares que o regime iraniano ganhará a partir de agora será usado para aumentar o terrorismo no mundo. O principal destino seria o apoio ao Hezbollah, visto como inimigo por Israel e Arábia Saudita. A ONU reconhece que existe um programa nuclear iraniano, mas ele seria focado a partir de agora em fins civis, como geração de energia.
O governo Obama fez um grande esforço para assinar o acordo agora acreditando que o governo de Rouhani é “moderado”. Mesmo assim, a imprensa americana divulgou amplamente que os EUA ainda consideram o Irã patrocinador do terrorismo.
Em seu discurso oficial para comentar o acordo, o presidente Benjamin Netanyahu, classificou-o de “erro de proporções históricas”, e anunciou: “Enquanto o espetáculo com o Irã continua, o país está prestes a fabricar a bomba nuclear e dispõe de milhões de dólares para o terrorismo e ataques”.
Deixou claro ainda que “nos comprometemos em impedir que o Irã consiga ter armas nucleares, e esse compromisso se mantém”. O premiê israelense lembrou que na semana passada ocorreram manifestações pelo “dia de Jerusalém”. Milhares de muçulmanos saíram as ruas no Irã e outros países muçulmanos, com faixas e cartazes pedindo “Morte aos EUA” e “Morte a Israel”.
Sites de notícias registram que este ano Rouhani não apareceu publicamente, mas declarou que não podia deixar de manifestar o “seu desagrado com o regime sionista [de Israel] e as forças terroristas”. O jornal The Jerusalem Post informa que o aiatolá Mohammad Taqi Vaezi, membro da Assembleia de Especialistas do Irã, foi visto gritando “Morte ao regime sionista” e acusando os israelenses de “agressão”.

Para muitos teólogos especialistas em profecias bíblicas, o cenário que se desenha hoje no mundo é comparado ao texto de Ezequiel 38-39, o que a Bíblia descreve como a Guerra de Gogue e Magogue.

Haverá grandes nações do mundo unidas na batalha contra Israel:
1 – a federação de dez reinos, que constitui um grande Império Mundial;
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados, como Turquia);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito e Sudão).
Um vídeo de uma profecia de 2011, do pastor nigeriano David Owuor, foi compartilhada muitas vezes nas redes sociais.

Com informações de Haaretz, Estado de Israel e El País

Gospel Prime

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