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    12 janeiro 2015

    Portal Conservador ou Católico? EUA são mais católicos ou evangélicos?


    A Rádio Vox, que costuma trazer informações importantes para um público que precisa ser conscientizado, entrou em profundas águas escuras ao divulgar, em seu Facebook, uma estatística alucinada: “Catolicismo já é a maior religião cristã dos EUA.”
    Como evangélico conservador, nada tenho contra essa informação desde que (1) seja verdadeira e (2) tenha resultados positivos comprovados.
    É obrigação de uma mídia conservadora avaliar bem as informações que recebe e divulga, especialmente quando o assunto é polêmico e altamente inflamatório.
    A fonte em questão veio do Portal Conservador, e a Rádio Vox divulgou tudo sem questionar a legitimidade. Muitos, confiando apenas no nome conservador de ambas as mídias, poderiam repassar a mesma estatística, sem colocar em dúvida sua veracidade. Tal atitude poderia acabar trazendo descrédito para o movimento conservador por evidenciar que espalhamos qualquer notícia apenas por ter algum rótulo conservador.

    Vou fazer então uma avaliação conservadora do artigo “O catolicismo é a maior religião dos Estados Unidos,” publicado primeiramente pelo Portal Conservador.
    O Portal Conservador apresentou uma lista de 10 igrejas nos EUA e a Igreja Católica ficou em primeiro lugar. A numeração está desajeitada, pois incluiu a Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias, que não é cristã. É a religião mórmon.
    No caso protestante, a informação do Portal Conservador mostrou apenas algumas denominações, sem dar o total do protestantismo americano. Mas no caso mórmon, a computação não dividiu a religião mórmon em suas várias denominações diferentes, preferindo dar o total dessa religião: 6.157.238 membros.
    Evidentemente, existe um erro metodológico aí. Há um grande número de denominações protestantes, porém todas recebem a designação comum e tradicional de “religião protestante.” O Portal Conservador tinha a obrigação de apresentar o número total sob essa designação comum, porém se omitiu ao dar poucos números parciais. Mas não cometeu a mesma omissão ao dar o número de mórmons e católicos. Foi total.
    A informação do Portal Conservador é que a Igreja Católica, segundo dados de 2011, tem 68.202.492 membros. As oito denominações restantes da lista do Portal Conservador somam aproximadamente 45 milhões de membros. As muitas outras denominações protestantes omitidas pelo Portal Conservador estão devidamente registradas no The World Almanac and Book of Facts 2015 (Almanaque Mundial e Livro de Fatos 2015).
    Se o Portal Conservador quisesse dizer que a Igreja Católica é a maior denominação cristã dos EUA, essa informação estaria correta. Entre as inúmeras denominações protestantes, a Igreja Católica sobressairia. Mas como religião total, a história é muito diferente.
    Afinal, qual é a maior religião dos Estados Unidos? Segundo o CIA World Factbook 2014 (Livro de Fatos Mundiais da CIA 2014), o registro oficial é que os protestantes perfazem 51,3% da população dos EUA. E quanto aos católicos romanos? A CIA diz que eles são apenas 23,9%. Diferente do Portal Conservador, que incluiu o mormonismo entre as denominações protestantes, o Livro da CIA separou o mormonismo do protestantismo, atribuindo-lhe o número de membros em 1,7% da população americana. O registro da CIA foi muito mais honesto do que a propaganda do Portal Conservador.
    Portanto, a informação do Portal Conservador, divulgada sem nenhuma análise e questionamento pela Rádio Vox, não tem base nenhuma.
    A linha principal do Portal Conservador e da Rádio Vox é católica. Parece então que a euforia católica falou muito mais alto do que o conservadorismo. Em todo caso, tanto a mente católica quanto a mente conservadora deveriam analisar o que recebem, leem e divulgam. Mas esse episódio serve para recordar que, invariavelmente, quando a euforia entra, catolicismo e conservadorismo têm dificuldade de andar juntos. É certo que se ambas as mídias fossem mais conservadoras do que católicas questionariam sem hesitação tudo o que está por trás do pretencioso título “Catolicismo já é a maior religião cristã dos EUA.”
    Agora, vamos aos fatos que não incomodam a mente conservadora, mas causam incomodo entre católicos eufóricos.
    Os EUA foram fundados como nação evangélica e permaneceram por muito tempo com uma população majoritariamente evangélica. Embora o dado de 51,3% que a CIA apresentou seja elevado, é mais baixo do que nas décadas anteriores. Mas é muito mais elevado do que os 23,9% da religião católica.
    Havia uma maioria tão absoluta de evangélicos no passado dos EUA que, ao assinar a Declaração de Independência dos Estados Unidos, Samuel Adams afirmou: “Tenho a confiança de que neste dia o reinado do protestantismo político se iniciará”. Os 56 signatários eram na grande maioria protestantes.
    No entanto, só números não significam nada. Embora os EUA sejam religiosamente um país de maioria protestante, a qualidade dessa religião vem se deteriorando há muitas décadas devido ao liberalismo e esquerdismo. Grandes denominações, como a presbiteriana, apoiam o aborto, o “casamento” homossexual e são hostis a Israel.
    A solução seria os EUA se converterem para o catolicismo? E se os EUA passassem a ser católicos, como querem muitos católicos eufóricos, como os católicos da Rádio Vox e do Portal Conservador?
    O número de católicos nos EUA está aumentando, graças à imigração da América Latina. Geralmente, os católicos latino-americanos têm inclinações conservadoras e pró-vida. Mas, por causa das bolsas-esmolas do Partido Democrata (que é profundamente socialista, pró-aborto e pró-homossexualismo), eles votam esmagadoramente no Partido Democrata, o partido de Obama. Nos EUA, os católicos votam em Obama do jeito que no Brasil votam em Lula e na Dilma. Não há diferença.
    Os católicos latino-americanos, pois, não têm posturas conservadoras e pró-vida sólidas. Tudo pode ser negociado, tal qual acontece rotineiramente no Brasil.
    E se os EUA viessem a ser a maior nação católica do mundo? Como é ser o país mais católico do mundo? O Brasil mantém hoje esse título. Embora haja conservadores católicos com valores sólidos e inegociáveis, eles são minoria absoluta e não representam ameaça para a hegemonia esquerdista no governo e na cultura do Brasil. Em 2012, o PT declarou que a única ameaça a essa hegemonia são os televangelistas neopencostais, que mantêm posturas sólidas e inegociáveis contra o aborto e a agenda gay — com exceção da Igreja Universal do Reino de Deus.
    O Brasil católico é o maior celeiro mundial de Teologia da Libertação.
    Se os católicos não estão fazendo diferença na maior nação católica do mundo, como esperam transformar os EUA em católicos e ainda por cima numa “potência católica conservadora”?
    Os católicos tiveram, desde o descobrimento do Brasil em 1500, mais de 400 anos para fazer do Brasil uma nação moderna e próspera. E o que conseguiram?
    Os evangélicos, desde 1600, tiveram uns 300 anos para fazer dos EUA uma nação moderna e próspera. E o que conseguiram? É só comparar o país mais católico do mundo com o país mais evangélico do mundo.
    E agora esperam que a forte imigração católica da América Latina transforme os EUA no que eles nunca conseguiram fazer em seus países católicos?
    Os católicos latino-americanos que compõem o crescimento católico nos EUA estão transformando os EUA em país de bolsas-famílias, exatamente como o Brasil. Se os EUA virarem um Brasil católico, será outro celeiro mundial de Teologia da Libertação.
    Entretanto, os católicos brasileiros eufóricos preferem olhar para os católicos brancos americanos, que para eles são a verdadeira referência, identidade e esperança de catolicismo e conservadorismo autêntico. Acontece que, como mostrou reportagem do DailyMail, não se deve, em pesquisas sobre catolicismo nos EUA, levar em consideração os católicos brancos, pois eles “são muito mais mesclados e influenciados pela cultura protestante mais ampla.” Isto é, o conservadorismo dos católicos brancos americanos reflete o protestantismo americano original!
    Além disso, o DailyMail atribui o espírito criativo americano, que é um importante fundamento dos EUA, ao protestantismo na cultura americana.
    Não desejo defender a religião protestante como “única igreja que salva.” Nenhuma igreja salva. Só Jesus Cristo salva. Se você é protestante ou católico, mas não vive em Jesus, sua igreja nada poderá fazer para salvar você.
    Ambas as igrejas podem ser criticadas — desde que com honestidade. De preferência, com a Bíblia, não com dados desonestos.
    No protestantismo, gosto de sua liberdade e responsabilidade de crítica e autocrítica. A apostasia nos EUA está crescendo? Sim, e há inúmeros artigos e livros, escritos por protestantes americanos, acerca desse assunto.
    No catolicismo, há um receio ou medo de criticar abertamente seus próprios escândalos. Criticar o Vaticano? Nem pensar. Por que não, quando necessário?
    Muitos protestantes criticam os EUA. Seria como, em termos católicos, criticar o Vaticano, pois os EUA, desde sua fundação, se tornaram como um “Vaticano” protestante.
    Mesmo assim, não tenho, como evangélico, a euforia irracional de defender os EUA apenas porque, numericamente, ainda continuam o país mais protestante do mundo.
    O compromisso evangélico genuíno é com a verdade, não com seu “Vaticano” protestante. Já critiquei os EUA por estarem na liderança mundial da promoção do homossexualismo. Meu artigo está aqui: Washington, D.C.: A capital do governo mundial imoral
    Não sou o primeiro nem o último evangélico a criticar os escândalos dos EUA. Essa é a liberdade e responsabilidade de crítica e autocrítica do protestantismo.
    Nessa liberdade e responsabilidade, critico a aliança esquerdista entre o Papa Francisco e Obama. Critico muito mais líderes de igrejas protestantes do que critico o esquerdismo do papa. Mas os católicos não ousam criticar seu papa, mesmo quando o esquerdismo é descarado e patente. A falta de autocrítica conservadora, tão presente nas igrejas protestantes, é um mal devastador na Igreja Católica.
    Os católicos eufóricos, que colocam seu catolicismo acima do conservadorismo, críticas e questionamentos, preferem defender qualquer estatística que privilegie o catolicismo sobre o protestantismo, independente se a fonte é verdadeira, suspeita ou descaradamente desonesta.
    Portanto, o artigo “O catolicismo é a maior religião dos Estados Unidos,” do Portal Conservador, está totalmente errado em sua conclusão, conforme informação da CIA.
    Errado também está o artigo “O fenômeno evangélico como uma criação do Individualismo,” igualmente do Portal Conservador, que condena o protestantismo. Afinal, a meta “conservadora” deles é condenar o marxismo ou o protestantismo?
    Qual é a base para tal condenação? O Portal Conservador diz:
    “Sabemos que René Guénon, Julius Evola e outros tradicionalistas foram enfáticos em suas condenações ao protestantismo.”
    “Além disso, Guénon vai ainda mais longe e coloca o protestantismo como um quase irmão da modernidade. De fato, além de não possuir qualquer qualificação religiosa e não passar de um simulacro de Cristianismo, o protestantismo gerou uma das maiores aberrações religiosas dos dias de hoje: o evangelismo. É óbvio que sabemos das diferenças entre as seitas protestantes, surgidas na reforma de Lutero, e as seitas pentecostais, neopentecostais, evangélicas e semelhantes.”
    A base da condenação do Portal Conservador ao protestantismo é René Guénon (1886-1951), um católico que se converteu a uma das formas mais ocultistas e esotéricas do islamismo e morreu no Egito islâmico. De acordo com a escritora conservadora americana Nancy Pearcey, Guénon é um expoente da Nova Era. Um católico usar Guénon para fundamentar condenações católicas ao protestantismo é a mesma coisa que um evangélico usar um bruxo para fundamentar condenações protestantes ao catolicismo.
    Pearcey tem um livro intitulado “Total Truth: Liberating Christianity from its Cultural Captivity” (Verdade Total: Libertando o Cristianismo de seu Cativeiro Cultural), publicado pela editora Crossway Books em 2004. Esse livro tem um Apêndice 2 intitulado “Islamismo Moderno e o Movimento Nova Era,” em que Pearcey mostra como uma mistura das ideias de Platão e hinduísmo e islamismo (uma genuína salada de Nova Era) está transformando intelectuais católicos em heréticos. Ela diz:
    “O neoplatonismo se tornou uma forte influência no pensamento islâmico. Hoje vários filósofos muçulmanos importantes adotaram a filosofia perenialista, com sua mistura de panteísmo ocidental e oriental. Aliás, os primeiros promotores dessa filosofia, que eram europeus, acabaram todos se convertendo para o islamismo! Para completar o círculo, o homem que lançou a filosofia perenialista (um francês de nome René Guénon) cria que existe uma essência comum unindo todos os três: neoplatonismo no Ocidente, hinduísmo no Oriente e islamismo no Oriente Médio.”
    De acordo com Pearcey, promotores europeus proeminentes da filosofia perenialista que se converteram ao islamismo incluem, além de Guénon, Fritjol Schuon e Martin Lings.
    Guénon é muito raramente citado na literatura evangélica porque a penetração desse ocultista nos meios evangélicos é completamente insignificante. Ele é um desconhecido. Mas parece que nos meios católicos o inverso está acontecendo.
    Outras fontes confirmam os envolvimentos ocultistas de Guénon. O site canadense de Henry Makow diz:
    René Guénon era acima de tudo um ocultista. Ele era discípulo de Papus, pseudônimo usado por Gerard Encausee, um dos principais satanistas do século XIX.
    Os seguidores de Guénon gostam de dizer que ele era apenas um intelectual que estudava o ocultismo, mas ele próprio era um ocultista profundo. Ele teve uma briga com a teosofia, mas essa foi uma luta entre facções do luciferianismo mais do que qualquer outra coisa.
    A essência da filosofia de Guénon é que um homem pode ser bruxo, manipular ciências mágicas e ocultas e ainda ser, exteriormente, um membro respeitado de uma religião cultural. Ele era um sabotador…
    Julius Evola, citado pelo Portal Conservador como outra referência “tradicionalista” para condenar o protestantismo, era na verdade discípulo de Guénon, de acordo com o site de Makow, e o “tradicionalismo” de ambos era apenas uma extensão da teosofia. Era tudo Nova Era.
    O primeiro livro sobre Nova Era que li foi “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os Perigos Ocultos do Arco-Íris), escrito pela Dra. Constance Cumbey e publicando originalmente em 1983. Esse livro, que se tornou best-seller nos Estados Unidos e foi pioneiro contra a Nova Era, me foi dado no final da década de 1980 pelo falecido Pe. Paul Marx, fundador de Human Life International (Vida Humana Internacional), uma grande organização católica pró-vida que combate não só o aborto, mas também a Nova Era. Entre muitos assuntos importantes, Cumbey desmascara o marxista Dom Hélder Câmara, fundador da CNBB, como indivíduo conectado à Nova Era.
    Fica evidente então que se até a CNBB não escapou, décadas atrás, de ter um promotor da Nova Era em seu meio, outros meios católicos brasileiros não conseguiriam ficar ilesos.
    A Nova Era, que foi abundantemente denunciada nas igrejas evangélicas nas décadas de 1980 e 1990, hoje se infiltra nos meios católicos brasileiros para fundamentar condenações ao protestantismo.
    Se houvesse uma real liberdade e responsabilidade de crítica e autocrítica nos meios católicos brasileiros, o Portal Conservador poderia detectar a infiltração da Nova Era em seus argumentos em prol de uma inútil e boba euforia católica contra o protestantismo.
    Argumentos como “catolicismo nos EUA é maior do que o protestantismo” ou “catolicismo é verdadeiro e único conservadorismo” ou “protestantismo é sinônimo de revolução marxista” são mentiras de pernas muito curtas diante dos fatos e da realidade. O protestantismo não está acima de crítica. Mas a crítica, para ser válida, precisa de bases sólidas e imparciais e motivações honestas.
    É com essa imparcialidade e honestidade que tenho divulgado em português o importante alerta de Pat Buchanan, católico tradicionalista que disse que hoje os EUA são o “epicentro do anticonservadorismo mundial.” Buchanan era assessor de Ronald Reagan, o presidente mais conservador da história americana dos últimos 40 anos. Não me importo se ele é católico tradicionalista. O importante é que ele foi honesto e verdadeiramente conservador em sua avaliação acerca do estado atual do “Vaticano” protestante.
    O difícil, é claro, seria um católico tradicionalista denunciando, quando necessário, o Vaticano católico com a mesma ousadia e energia. Mesmo assim, o alerta do Buchanan é oportuno.
    Ser católico é muito mais importante do que ser conservador? Minha mãe me contou anos atrás que quando John Kennedy foi eleito presidente nos EUA, a euforia no Brasil foi enorme. O maior país católico do mundo estava celebrando, com pulos de alegria, a eleição do primeiro presidente católico na nação mais evangélica do mundo. Mas o que havia para celebrar? Sabe-se hoje que Kennedy tinha inúmeras amantes e ligações com a máfia.
    Seja como for, eu, como evangélico, não celebro o fato de os EUA serem o maior país evangélico do mundo. De que adianta essa maioria se os EUA têm um presidente marxista pró-islamismo? De que adianta essa maioria se, desde 1973, os EUA têm uma das mais sanguinárias leis de aborto do mundo? O que há para celebrar?
    E se eu fosse católico, também não celebraria o fato de o Brasil ser o maior país católico do mundo. O que há para celebrar?
    Os EUA serem católicos é mais importante do que os EUA serem conservadores? Então, por que celebrar Kennedy? Por que celebrar dados mentirosos, refutados pela CIA, de uma América mais católica do que protestante? Por que destacar um místico herético da Nova Era para fundamentar condenações católicas ao protestantismo?
    De que adiantaria uma América majoritariamente católica, esquerdista à la Teologia da Libertação ou ocultista à la Guénon e muito mais próxima do islamismo do que já está?
    Deveria o conservadorismo ser usado para promover um catolicismo regado de influências da Nova Era, que está convertendo conservadores iniciantes e imaturos numa mescla exótica de católicos heréticos? Isso não é bom nem para evangélicos nem para católicos. Evangélicos que são iludidos por esse tipo de propaganda católica podem acabar no final aos pés de Maria, Maomé ou os santos e profanos da Nova Era — cujos promotores estão, como Guénon, mascarados de bons intelectuais e filósofos.
    Se o Portal Conservador continuar a citar Guénon e outros bruxos como referência contra o protestantismo, daqui a pouco nem o título de Portal Católico lhe servirá. Uma das missões do Portal Conservador, conforme consta numa de suas guias principais, é a “Apologética” — que supostamente é defender a fé católica. Como esperam fazer isso combatendo o protestantismo, mas não a Nova Era? Como esperam fazer isso dando propaganda gratuita para expoentes da Nova Era? Como esperam ser ao mesmo tempo pró-conservadorismo, pró-catolicismo, pró-Nova Era e anti-protestantismo? Pretendem agora, de lança na mão e montados no pangaré da Nova Era, atacar o protestantismo? Promover bruxos agora virou conservadorismo? Manter o título de Portal Conservador e ao mesmo tempo promover Guénon e outros bruxos é fomentar sabotagens ocultistas no meio dos conservadores.
    Eu diria aos católicos da Rádio Vox e Portal Conservador: “Desejam ser bons conservadores? Imitem os católicos brancos dos Estados Unidos. Combatam a Nova Era em seu meio. E tenham muita crítica e autocrítica honesta do catolicismo, do protestantismo, do Vaticano e dos Estados Unidos.”
    Esse é o verdadeiro espírito do conservadorismo cristão.

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