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    20 dezembro 2014

    Bolsa mensal para travestis é motivo de debate na Argentina (Se preparem porque no Brasil será a mesma coisa)


    Proposta polêmica está em discussão há dois anos e prevê aposentadoria equivalente a R$ 2,4 mil a partir dos 40 anos de idade.

    Na Argentina, um projeto de lei está dando o que falar. Parlamentares ligados ao governo querem instituir uma bolsa mensal para travestis com mais de 40 anos. Uma espécie de aposentadoria precoce, no valor de 8 mil pesos, cerca de R$ 2,4 mil. Quem tem os detalhes são os correspondentes, em Buenos Aires, Delis Ortiz e Rafael Sobrinho.
    A proposta está na Câmera Legislativa de Buenos Aires há dois anos. Mas só nos últimos dias passou a ser discutida.

    A deputada estadual Maria Rachid, que é aliada do governo de Cristina Kichner, é a autora do projeto, que ainda precisa passar por comissões antes de ser levado a plenário.


    A nova lei prevê o subsídio mensal para travestis, transexuais e transgêneros com mais de 40 anos e que morem em Buenos Aires.

    Ela afirma que o projeto tem como base estatísticas de organizações internacionais. A expectativa média de vida na América Latina é, em média, de 70 anos. Mas para travestis, transgêneros e transexuais vivem bem menos: de 35 a 41 anos.

    Na Argentina, a maior parte desse grupo trabalha em atividade sexual - mais vulnerável à violência e a traficantes.

    Na conta oficial, feita a partir da lei que, há dois anos, permitiu a mudança de registro da identidade de gênero, a Argentina tem 6 mil travestis, transexuais e transgêneros. A maioria vivendo no interior. Em Buenos Aires mesmo são apenas 400 pessoas.

    Nas ruas da capital Argentina, muita gente concorda com a ajuda. Mas são contra o valor proposto - oito mil pesos mensais - cerca de R$ 2,4 mil.

    “É disparate. Por que os aposentados estão ganhando 3,5 mil pesos e os travestis 8 mil pesos? Não pode ser”, comenta um homem.

    “Os que trabalharam toda a vida não chegam nem perto disso”, reclama uma aposentada.

    A advogada da organização que defende minorias e apoia o projeto, diz que a lei ampara quem sofre preconceito a vida inteira. E que os críticos a lei deveriam se colocar no lugar das vítimas.

    Assim diz a palavra DO SENHOR;

    Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
    Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
    E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
    E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
    Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
    Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
    Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
    Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. (Romanos 1:25-32)


    JN

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