segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Os sinais do fim: Casal é preso por torturar menino de 3 anos até a morte nos EUA


Um casal da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi preso sob a acusação de ter torturado até a morte o filho de 3 anos da mulher. A criança havia sido agredida por semanas e morreu após três dias de tortura sistemática, informou a polícia nesta quinta-feira (6).

Jillian Tait, de 31 anos, e Gary Lee Fellenbaum, de 23 anos, foram acusados de pendurar o menino, Scott McMillan, de cabeça para baixo e de agredi-lo repetidamente com uma frigideira, o que eventualmente causou sua morte.

Os dois foram indiciados por assassinato e por agressão agravada – esta devido a espancamentos do irmão mais velho do menino morto.


O promotor Thomas Hogan, do condado de Chester, classificou o caso como “uma história de horror americana”. “Foi um ato inominável de depravação.”

O casal foi morar junto no mês passado, junto com os dois filhos de Jillian, de 3 e 6 anos, e com a ex-mulher e a filha de Gary Lee, de 11 meses.

Segundo a promotoria, as agressões começaram com espancamentos esporádicos e evoluíram para um abuso “concentrado, repetido e escalado”.

Os três adultos disseram à polícia que Scott recebeu socos e foi agredido com objetos contundentes e cortantes, foi chicoteado, preso a uma cadeira com fita isolante e espancado, pendurado de cabeça para baixo pelos pés, além de ter sofrido outros atos de violência.

“Durante um incidente, Gary pendurou Scott e seu irmão mais velho por seus pés e bateu nos meninos enquanto eles estavam de cabeça para baixo. Jillian disse que ela e Gary davam risadas durante o incidente”, diz o processo.

A ex-mulher de Gary, Amber Fellenbaum, foi acusada de colocar crianças em risco por não ter ajudado as vítimas. Ela acabou chamando a polícia na noite de terça-feira (4), depois que Scott já estava desacordado por horas.

Quando o menino não acordou, o casal colocou ele em um colchão e saiu para fazer compras. Eles voltaram com pizza, e depois de comer, dormiram e fizeram sexo, segundo depoimento de Jillian à polícia. Ela disse que foi checar Scott e pediu que alguém ligasse para o serviço de emergência porque ele não estava respirando.

Os investigadores não encontraram nenhuma evidência de consumo de álcool ou drogas na casa.

O casal foi preso sem direito a fiança. Uma audiência foi marcada para o dia 14 de novembro.

Fonte: G1
O CORREIO DE DEUS
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