Em 2003, o apresentador disse que o local em questão era uma ‘igreja de viadinhos’

Ratinho e o SBT, emissora na qual ele apresenta o seu programa, foram condenados pelo Superior Tribunal de Justiça a pagar uma indenização de R$ 150 mil ao pastor chileno Victor Orellana, fundador da Igreja Acalanto, a primeira voltada ao público homossexual no Brasil.

A briga entre o evangélico e a emissora é antiga e o processo vem se arrastando há vários anos. Em 2003, Ratinho mostrou imagens feitas por câmera escondida de um culto na tal igreja e afirmou, enquanto mostrava as gravações, que a igreja era frequentada por “viadinhos” e “viados” e que não tinha filial, mas “viadal”.


A emissora e o apresentador, condenados a pagar cada um R$ 75 mil reais a Orellana por danos morais, queriam reduzir o valor da indenização e já entraram com recursos duas vezes.

Em 2011, o desembargador Fábio Quadros determinou que não foi ofensivo o o uso da palavra “gay”, mas “o escárnio”, a “chacota” e o “tratamento chulo e depreciativo sobre a fé professada pelo autor”, o que extrapolou o direito à liberdade de expressão de Ratinho.

Procurada pela reportagem de O Fuxico, o departamento de comunicação do SBT se limitou a dizer que a emissora de Silvio Santos “entrará com novo recurso”.

O fuxico

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