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    06 novembro 2014

    Alerta: Terrorismo islâmico atrai 15 mil pessoas de 80 países


    Polícia britânica diz que 5 pessoas saem do país, por semana, para se juntar ao EI

    Nações Unidas. Um relatório do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) informa que um número sem precedentes de combatentes estrangeiros está se associando a grupos terroristas, com cerca de 15 mil deles na Síria e no Iraque.
    O documento, publicado nesta sexta pelo jornal britânico “The Guardian”, foi elaborado por um painel de especialistas que monitoram a Al-Qaeda e o Taleban. De acordo com o painel, combatentes de mais de 80 países estão atuando em grupos relacionados à Al-Qaeda na Síria e no Iraque e “formam o núcleo de uma nova diáspora que pode semear a ameaça para os próximos anos”. O painel informou ainda que o terrorismo doméstico pode aumentar quando os militantes retornarem a seus países.


    Os locais de origem dos combatentes não foram divulgados, mas o documento ressalta que, recentemente, partidários do Estado Islâmico (EI) surgiram em lugares inusitados, como Maldivas, Noruega ou Chile, além de outros mais conhecidos por mandar extremistas para o Iraque e para a Síria.

    “Há grupos de terroristas estrangeiros da França, Rússia e do Reino Unido operando em conjunto”, informam os autores do relatório, segundo o “Guardian”.

    Alerta. O relatório acrescenta que o uso cada vez mais sofisticado das mídias sociais está dando ao grupo extremista EI uma aparência “cosmopolita”, mas diz que não está claro se o grupo vai crescer em divisões na rede da Al-Qaeda e reivindicar o domínio do movimento.

    O EI deixou a comunidade internacional alarmada com os recentes avanços na Síria e no noroeste do Iraque e com uma série de vídeos de decapitações de estrangeiros. Os Estados Unidos estão particularmente preocupados, sustentando uma resolução do Conselho de Segurança de setembro para combater a crescente ameaça de militantes estrangeiros em grupos terroristas.

    O comandante da polícia britânica Bernard Hogan-Howe estimou na semana passada que cinco pessoas deixam o país a cada semana para combater nas fileiras do grupo jihadista EI. As autoridades britânicas acreditam que 500 de seus cidadãos estão lutando atualmente na Síria e no Iraque.

    Atentados, acusações e mortes compõem cenário de violência

    Bombardeio. Autoridades iraquianas afirmaram nesta sexta que bombardeios atingiram mercados perto de Bagdá, deixando pelo menos nove pessoas mortas. Uma bomba explodiu em um mercado de ovinos em Suweib, subúrbio da capital iraquiana, matando cinco pessoas e ferindo outras 13. Antes outra explosão havia matado quatro pessoas e deixado outras 11 feridas.

    Retorno. Os dez guerreiros curdos vindos do Iraque que chegaram a Kobani retornaram à Turquia nesta sexta. Os militantes afirmam que voltaram para preparar uma nova entrada na cidade, desta vez com todos os soldados, e acusam o governo turco de atrasar a missão com o objetivo de deixar que a cidade síria caia nas mãos do grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

    Covas. Mais de 200 corpos de iraquianos que combatiam o EI foram encontrados em fossas coletivas nessa quinta, segundo fontes de segurança do governo. Autoridades estimam que todas as vítimas foram assassinadas nos últimos dias. Cerca de 150 seriam integrantes da tribo sunita Albu Nimr capturados em Ramadi na noite de quarta-feira.

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