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    09 outubro 2014

    Tumulto no Monte do Templo preocupa governo de Israel


    Enquanto os judeus em Israel comemoram o Sukkot (Festa dos Tabernáculos) dezenas de manifestantes palestinos iniciaram um conflito no Monte do Templo. O local, sagrado para judeus e muçulmanos vem sendo palco de uma disputa acirrada nos últimos anos.
    O local foi reaberto para os visitantes nesta quarta (08) pela manhã. Dentro de pouco tempo, dezenas de palestinos mascarados começaram a atirar pedras e usar fogos de artifício contra as forças policiais próximas ao Portão de Mughrabi Gate. O local é a entrada principal, na praça do Muro Ocidental.
    No final, três policiais ficaram feridos. Quando o reforço chegou, os manifestantes correram para dentro da mesquita al-Aqsa e improvisaram uma barricada. O confronto se agravou e os palestinos começaram a atirar tijolos e pedras contra os policiais de dentro da mesquita. Uma bomba incendiária foi lançada de dentro da mesquita, mas não explodiu.

    Depois de muito esforço, as forças de segurança conseguiram remover a barricada da entrada da mesquita. O motim foi controlado e na parte da tarde, visitantes judeus e não-judeus puderam visitar novamente o local.
    As forças de segurança israelenses estavam preparadas por causa das dezenas de milhares de visitantes que vieram para a celebração do feriado judeu. O porta-voz da polícia Micky Rosenfeld afirmou que centenas de agentes da Polícia de Fronteiras estão de prontidão para evitar novos incidentes violentos.
    Esta semana um incidente político envolveu o prefeito de Jerusalém Nir Barkat, que acusou o ministro da Segurança Yitzhak Aharonovitch de não proteger os moradores da cidade. “Os tumultos em Jerusalém poderiam ser um sinal de coisas piores por vir, e se expandir para outras cidades, pondo os cidadãos de Israel em perigo”.
    Na história recente, o ex-presidente Ariel Sharon fez uma visita ao Monte do Templo em 28 de Setembro de 2000.  Foi o suficiente para que se iniciasse a “Segunda Intifada”, que resultou em um conflito entre palestinos e judeus que durou até fevereiro de 2005. Estima-se que mais de 3.000 palestinos e quase 1.000 israelenses teriam morrido, além de 64 estrangeiros. O episódio foi marcado por violentos combates em áreas urbanas, atentados suicidas e ataques em regiões muito povoadas.
    O governo de Israel teme que possa ser convocada uma terceira intifada. No final do ano passado, ocorreu uma ameaça de guerra assim que um grupo de judeus divulgou que todos os preparativos já foram feitos para a reconstrução do Templo de Salomão no local onde hoje está a mesquita de Al Aqsa. O líder do grupo extremista Jihad Islâmica, Ahmed al-Mudallal, exortou os palestinos a se unirem para expulsar os judeus de Jerusalém.
    Um grupo palestino denominado Coalização Jovem também fez coro à Intifada, pedindo que os palestinos demonstrem sua indignação contra as visitas judaicas ao Monte do Templo. Ele diz que tem o apoio do Fatah, Hamas, Jihad Islâmica, Frente Popular para a Libertação da Palestina e da Iniciativa Nacional Palestina. 

    Com informações Jerusalém Post.

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