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    26 setembro 2014

    Sinais do fim: Tornado vira barco em Mato Grosso do Sul e deixa três mortos


    Três pessoas morreram e onze desapareceram num naufrágio no Rio Paraguai, provocado por um tornado que atingiu o município de Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul.

    As equipes de resgate trabalham desde de quarta-feira (24) em frente ao cais da cidade. Parentes dos desaparecidos foram do Paraná para acompanhar as buscas.

    “A chance é mínima, mas tem que ter uma esperança. Deus é maior”, afirma João Carlos Silva, filho de um desaparecido.

    O acidente foi no fim da tarde de quarta. Depois de cinco dias no Rio Paraguai para a pescaria, a chalana Sonho Del Pantanal, um barco-hotel, voltava para Porto Murtinho. Dezesseis turistas e onze tripulantes estavam a bordo.

    A embarcação se preparava para atracar quando foi atingida pelo tornado. Treze pessoas foram resgatadas logo depois. Valdeci Fernandes foi uma delas. “Ali foi coisa de três segundos, dois segundos. Foi tudo muito rápido. A hora que eu consegui sair do fundo do rio, que eu olhei, vi aqueles amigos flutuando e gritando socorro. Teve gente que estava dormindo”, relata o agricultor.

    A tempestade chegou de repente. Muito vento e chuva. Casas foram destelhadas e árvores arrancadas na cidade.

    O meteorologista Natálio Abrahão Filho não tem dúvidas de que foi um tornado. “Essa rajada atingiu um pico de 93 quilômetros por hora e um deslocamento de um quilômetro. O deslocamento em curta distância da nuvem que nós chamamos de nuvem funil, ele desce com velocidade muito intensa, e na superfície ele provoca o giro desse vento. Todas as características de um tornado estavam presentes nessa nuvem”, explica.

    Catorze bombeiros saíram de Campo Grande para ajudar nas buscas. São especialistas em mergulho. A dificuldade é que no local do naufrágio, a profundidade é de 20 metros, a água do rio é turva e tem correnteza. A maioria dos turistas e tripulantes estava dentro do barco, nos quartos ou na cabine, e não teve tempo de escapar. 

    Os turistas trabalhavam em cooperativas agrícolas no Paraná. Um dos mortos, o engenheiro agrônomo Sidinei Romano, de 34 anos, ganhou a viagem da empresa.

    “Ele ia todo ano, ele e mais um funcionário. Era um prêmio. Um prêmio que levou a morte", lamenta Sonia Romano, irmã do engenheiro.

    JN

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