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    16 setembro 2014

    Hamas admite ter usado escolas e hospitais para atacar Israel


    Menos de um mês após o fim dos conflitos entre Israel e o Hamas em Gaza, uma revelação foi noticiada por diferentes órgãos da imprensa mundial. Integrantes do grupo terrorista admitiram o uso de escolas e hospitais como “escudos humanos”. Contudo, eles não se consideram responsáveis pela morte de centenas de pessoas nesses locais.
    Ao longo do conflito, surgiram diversas evidências que o Hamas lançava seus mísseis contra Israel a partir de áreas residenciais. Segundo o jornal inglês Daily Mail, Ghazi Hamad, um alto funcionário do Hamas tentou justificar que eles “não tinham escolha” e precisavam desses locais para atacar Israel. Contudo, defende que sempre houve a preocupação de manter os civis afastados e que todas as mortes são consequência apenas da pesada resposta do Estado judeu.

    “Gaza é uma ininterrupta cadeia urbana que Israel transformou em zona de guerra”, alegou Hamad. Embora admita que “erros foram cometidos”, asseverou que “Os israelenses não paravam de afirmar que mísseis eram disparados de dentro de escolas e hospitais. Na realidade, eram lançados a cerca de 200 ou 300 metros de distância. Os erros cometidos foram rapidamente resolvidos”.
    A inteligência de Israel sempre disse que o Hamas usava essas áreas civis com o proposito de tentar impedir uma maior retaliação de Israel. Por outro lado, a maior parte da mídia sempre afirmava que as centenas de mortes de civis eram consequência do uso excessivo de força por parte dos israelenses. “As desculpas do Hamas são ultrajantes, enganosas e contrárias às provas fornecidas pela IDF (Forças de Defesa de Israel) e a realidade documentada por jornalistas internacionais em Gaza”, disse o tenente-coronel Peter Lerner, porta-voz militar israelense.
    Atualmente a ONU faz uma investigação, que poderá determinar se Israel ou o Hamas (ou ambos) violaram as leis internacionais de guerra. Desde o início, a IDF apresentaram milhares de páginas de provas, incluindo fotos de satélite e imagens aéreas, onde comprovava suas alegações de que agiu de forma responsável e tentou minimizar as baixas palestinas.
    A notícia não é totalmente nova, pois logo no início do conflito, a agência da ONU que cuida de refugiados palestinos anunciou que havia armas armazenadas em suas escolas, que estavam vazias durante o verão. “Não há qualquer dúvida que áreas urbanas foram usadas ​​para lançar foguetes a partir da Faixa de Gaza”, disse Bill Van Esveld, pesquisador da Human Rights Watch. “O que precisa ser determinado é qual a proximidade de um edifício ou de uma área civil povoada esses foguetes foram lançados”.
    Existem centenas de vídeos, muitos no YouTube, mostrando a guerra e os foguetes que voam a partir de bairros residenciais, cemitérios, escolas e pátios de mesquitas. Há também imagens de esconderijos de armas descobertos dentro de mesquitas e túneis usados ​​por militantes ligando casas, mesquitas e outros edifícios.
    Essa foi a terceira guerra desde que o Hamas tomou o controle de Gaza em 2007. Estima-se que cem mil pessoas ficaram desabrigadas durante os 50 dias de conflito armado, sendo que 2.000 palestinos morreram e 11 mil ficaram feridos. As baixas de Israel foram bem menores, com 72 mortos, incluindo seis civis.

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