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    29 agosto 2014

    Aviso para as igrejas: ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente

    Vicky Beeching
    Evangelista processado por pregação bíblica vê cantora gospel lésbica como um prenúncio

    Bob Unruh
    Uma cantora gospel que vem exortando as igrejas para que mudem a doutrina sobre o comportamento homossexual desde o momento em que ela anunciou que é lésbica está na vanguarda de uma tsunami de promotores da agenda gay que estão infiltrando as igrejas, afirma o advogado evangélico, evangelista e ativista Scott Lively.
    Lively, presidente da Abiding Truth Ministries, disse que com pessoas de dentro da igreja na ofensiva, como Vicky Beeching, uma artista de origem britânica que se tornou popular entre os evangélicos nos EUA, ele espera que "os ataques contra os cristãos nos EUA serão tão grandes como nunca vimos antes".
    Ele explicou que, depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição americana que não aceitasse e promovesse totalmente o comportamento homossexual.
    A primeira vitória foi sobre a Associação Americana de Psiquiatria e, após 40 anos, todos os outros grupos tinham sido conquistados, disse ele. Os escoteiros foram os últimos a cair, há apenas um ano.
    Agora, a única organização que sobrou é a igreja, disse ele.
    "Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a igreja", disse ele.
    O problema é que os líderes cristãos não estão se preparando para uma luta como essa, disse Lively, e realmente não sabem do que o movimento é capaz.
    Beeching revelou que ela é lésbica em uma entrevista na semana passada ao jornal “Independent” de Londres.
    "O que Jesus ensinou foi uma mensagem radical de acolhimento, inclusão e amor. Estou certa de que Deus me ama do jeito que eu sou e sinto que isso é um grande chamado que eu tenho para comunicar aos jovens," disse ela.
    Lively, entretanto, disse que Beeching representa "a volta da maré antes de um tsunami" e um indicador de "de as coisas ainda vão piorar muito".
    Ele publicou um folheto para os pastores que explica o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade.
    "Nem uma única passagem bíblica retrata a homossexualidade de forma positiva", diz o folheto. "Jesus, de forma inequívoca, condenou todo pecado sexual, incluindo a homossexualidade, confirmando o paradigma de ‘uma só carne’ de Gênesis".
    Ele afirma que " uma perigosa heresia moderna chamada de ‘teologia gay’ está se infiltrando na igreja cristã em um ritmo alarmante".
    "Muitos crentes, com medo de serem chamados de ‘inimigos’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um pecado’", diz ele.
    "Mas, do Gênesis ao Apocalipse, a Bíblia ensina que a homossexualidade NÃO É ‘ apenas mais um pecado’. É um símbolo de rebelião extrema contra Deus e é um presságio da Sua ira".
    Na lista estão várias condenações bíblicas ao comportamento homossexual.
    Ele disse que seu objetivo é colocar o folheto nas mãos de cada pastor e líder cristão dos EUA e de todo o mundo para que eles tenham uma explicação bíblica do porquê o comportamento homossexual é pecaminoso.
    Lively nota que um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal."
    "Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: a igreja cristã", disse Lively.
    Lively está familiarizado com os ataques contra os cristãos. Ele foi processado por ativistas em Uganda, que o acusaram sob o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) de incitar perseguição aos homossexuais.
    O caso é importante porque uma decisão contra ele significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-bíblicos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição dos Estados Unidos.
    O juiz federal dos Estados Unidos, Michael Posner, deixou prosseguir o caso trazido contra Lively por um grupo africano chamado Sexual Minorities Uganda (Minorias Sexuais de Uganda) ou SMUG.
    O grupo SMUG chama o discurso contra o comportamento homossexual, feito por Lively, de "crime contra a humanidade" em violação da "lei internacional". Os autores alegam que o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) nos Estados Unidos permite-lhes fazer a acusação em um tribunal dos EUA.
    Mas o advogado de Lively, Horatio Mihet do Liberty Counsel (Conselho de Liberdade), diz que a pregação de seu cliente é protegida pela Constituição.
    "Acreditamos que as pretensões do SMUG estão firmemente encerradas, não só pelo direito da Primeira Emenda à liberdade de expressão, mas também pela recente decisão da Suprema Corte em Kiobel, que eliminou o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) para casos que teriam ocorrido em nações estrangeiras", disse ele.
    No entanto, Posner levou quase 80 páginas para dizer que ele achava que as alegações do SMUG eram importantes e precisavam ser julgadas.
    Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Churches warned: “Tidal wave of gay theology” looming

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