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    01 julho 2014

    Xuxa e presidente da bancada evangélica celebram aprovação da Lei da Palmada (LEI ANTICRISTÃ)


    Pais e mães de todo o Brasil não têm nada para comemorar

    O que acontece quando um bruxo de tribo ordena o sacrifício de uma criança inocente? Nada.
    O que acontece quando ministros de governo e a própria presidente têm histórico de defesa do abuso e assassinato de crianças (o aborto sempre envolve essas crueldades contra crianças)? Nada.
    Mas o que acontecerá quando um pai ou uma mãe der uma palmada, uma varada ou uma cintada de correção no filho? Espere para ver!

    Enquanto todos os brasileiros estavam focados e distraídos na Copa do Mundo, Dilma Rousseff sancionou, em 27 de junho de 2014, a Lei da Palmada, que pune pais e mães que aplicam castigos físicos nos filhos. Agora, o confisco estatal desse direito dos pais é lei.

    Diferente de milhões de famílias brasileiras, que serão diretamente afetadas pela nova lei, Xuxa não estava focada na Copa do Mundo. Quando Dilma assinou a lei, Xuxa celebrou a vitória. Todos os grupos esquerdistas, mesmo com a euforia da Copa, celebraram junto. E com o Pr. Paulo Freire, presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), não foi diferente: ele também celebrou.

    As palavras de Xuxa, conforme registradas pela revista Quem da Globo, foram:

    “TO TÃO FELIZZZZZZZZZ….. Ainda tem gente que duvida da existência de Deus, essa lei saiu porque Deus quis, desculpe as pessoas que interpretam trechos do Antigo Testamento achando que Deus concorda com a violência usada pra corrigir uma criança, Deus é amor, amor não rima com dor, obrigada MEU DEUS e viva a Lei Menino Bernardo.”

    O que é que Xuxa entende de Deus e de Bíblia? Mas se quem diz entender (os pastores da bancada evangélica) negociaram a lei e a deixaram passar, Xuxa tem é mesmo de celebrar. O presidente da bancada evangélica disse:

    VITÓRIA! “LEI MENINO BERNARDO” (Lei da palmada)

    Alamiro Velludo Netto, criminalista e professor de direito penal na USP, diz que a norma não proíbe todo tipo de tapinha: “A palmada que tem mais efeito simbólico de correção, não foi proibida, mas sim aquela que tem o caráter de agressão.”

    “Agora podemos falar, a lei já foi sancionada”.

    Quero parabenizar a todos os parlamentares evangélicos que comigo fazem parte da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal, em especial o Deputado Federal Marcos Rogerio, pela brilhante atuação e estratégia com que trabalhamos para a aprovação da lei “Menino Bernardo” que ficou conhecida como “Lei da Palmada”. Conseguimos, com a ajuda e a graça de Deus, tirar tudo aquilo que possibilitava que o Estado interferisse na criação dos pais em relação a seus filhos, também não permitindo a proibição da famosa “Palmadinha” para a correção dos filhos. Um trabalho estrategicamente bem feito sem despertar e não deixar que nossos adversários políticos percebessem a nossa vitória, já realizada antes da Presidente Dilma assinar sancionando esta lei. Mais uma grande vitória da bancada Evangélica na Câmara Federal, dada pelo nosso bom Deus.

    Deputado Federal Paulo Freire
    Presidente da FPE

    Eu realmente não compreendo como uma derrota pode ser vista como “vitória.” Anos atrás, o próprio senador Magno Malta classificou a Lei da Palmada como “agressão à família brasileira.” E agora Freire acha que não é nada disso? E numa entrevista a este blog no ano passado, o Dep. Marcos Rogério declarou: “Eu espero que a lei não seja aprovada. Mas, caso aconteça, muitos pais serão levados ao Conselho Tutelar e ao Juizado de menores por corrigir seus filhos.” E agora Freire diz que o Dep. Marcos o ajudou? O que foi que aconteceu com a cabeça desse pastor? Se ele disse que supostamente muitos elementos nocivos foram removidos da Lei da Palmada, por que Xuxa está celebrando? Por que Xuxa se sentiu no direito de chamar de “violência” a orientação bíblica sobre disciplina de crianças?

    O que a Bíblia diz sobre disciplina física de crianças e violência

    Vejamos o que a Bíblia diz do que Xuxa chama de “violência”:

    “Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)

    “Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)

    “Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)

    “Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)

    “Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)

    “Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. (Provérbios 20:30 NVI)

    “É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)

    “A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” (Provérbios 22:15 RC)

    “A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15 NVI)

    “Todas as crianças são sem juízo, mas correção firme as fará mudar”. (Provérbios 22:15 CEV)

    “A crianças por natureza fazem coisas tolas e indiscretas, mas uma boa surra as ensinará como se comportar”. (Provérbios 22:15 GNB)

    “Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13-14 RC)

    “Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)

    “Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”. (Provérbios 23:13-14 RA)

    “Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. (Provérbios 23:13-14 NTLH)

    “Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura”. (Provérbios 23:13-14 NVI)

    “É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. (Provérbios 29:15 NTLH)

    “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)

    “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RC)

    “Uma surra e um aviso produzem sabedoria, mas uma criança sem disciplina envergonha sua mãe”. (Provérbios 29:15 GW)

    Contudo, embora favoreça surras com vara, a Palavra de Deus não apoia o excesso e a violência:

    “Corrija os seus filhos enquanto eles têm idade para aprender; mas não os mate de pancadas”. (Provérbios 19:18 NTLH)

    “Castiga teu filho enquanto há esperança, mas para o matar não alçarás a tua alma”. (Provérbios 19:18 RC)

    “Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”. (Provérbios 19:18 RA)

    “Corrija seus filhos antes que seja tarde demais; se você não castigá-los, você os está destruindo”. (Provérbios 19:18 CEV)

    “Discipline seus filhos enquanto você ainda tem a chance; ceder aos desejos deles os destrói”. (Provérbios 19:18 MSG)

    O que o Novo Testamento diz sobre disciplina de filhos

    Para quem concorda com Xuxa e acha que essas orientações não têm mais validade alguma porque Deus as deu no Antigo Testamento, o Novo Testamento traz uma confirmação da dolorosidade da disciplina física:

    “Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: ‘Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho’. Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados.” (Hebreus 12:5-11 NVI)

    O que a psicologia cristã diz sobre disciplina física de filhos

    Para os que acham, inclusive entre cristãos, que tudo o que não tiver o embasamento da psicologia não tem validade alguma, inclusive a Bíblia, para esses corações mais inseguros há o livro “Ouse Disciplinar,” publicado anos atrás pela Editora Vida. O autor, o Dr. James Dobson, é um famoso psicólogo evangélico que apoia esses versículos e o sábio uso da disciplina com a vara.

    No artigo “Dr. James Dobson responde a uma pergunta sobre disciplina de crianças,” o psicólogo evangélico diz:

    O castigo físico, quando utilizado de forma amorosa e adequada, é benéfico para uma criança porque está em harmonia com a própria natureza. Considere o propósito de dores menores na vida de uma criança e como ela aprender com a dor. Suponha que o Pedrinho, de dois anos, puxe uma toalha de mesa, de modo que o vaso de rosas, que está na mesa, o atinja bem na cabeça. Com essa dor, ele aprende que é perigoso puxar a toalha da mesa, a menos que ele saiba o que está em cima dela. Quando ele toca num forno quente, ele rapidamente aprende que o calor tem de ser respeitado. Se ele chegar a viver cem anos, ele nunca mais tentará tocar num forno. Ele aprende a mesma lição quando puxa o rabo do cachorro e prontamente leva uma mordida na mão, ou quando sai do assento de bebê quando a mãe não está observando e acaba descobrindo tudo sobre a lei da gravidade.

    Durante os anos de infância, ele tipicamente acumula galos, machucados, arranhões e queimaduras menores, cada um lhe ensinando acerca dos limites da vida. Essas experiências o tornam uma pessoa violenta? Não! A dor associada a esses eventos o ensina a evitar cometer os mesmos erros de novo. Deus criou esse mecanismo como valioso instrumento de instrução.

    Há também os estudos do Dr. Den A. Trumbull sobre disciplina física de crianças. Num artigo estupendo, intitulado “Pesquisa contesta críticos da disciplina física de crianças,” ele desmonta os questionamentos de indivíduos como Xuxa.

    Entretanto, na visão de Xuxa, Deus é tão bom e amoroso que a justiça vai para o ralo: no paraíso dela, não há espaço nenhum para inferno. Não há espaço para a dor do aprendizado. Todo mundo vai bonitinho para o céu.

    Seja como for, fica agora a Lei da Xuxa e a Lei de Deus. Pior: fica agora a opinião de Paulo Freire, que diz que a Lei da Palmada vai permitir algum tipo de palmadinha. E fica a informação de Xuxa: toda palmadinha está proibida.

    Conselhos Tutelares em plena atividade muito antes da Lei da Palmada

    O fato é que mesmo sem essa lei, os conselhos tutelares já estão trabalhando há muito tempo nessa direção. Em 2008, conversei com um pastor de Teresópolis, RJ, que me contou que, ao disciplinar fisicamente o filho, ganhou a resposta do menino: “Se você me bater, ligo para o Conselho Tutelar. Na escola, fomos orientados a denunciar se nossos pais nos batessem.”

    O pai, com sabedoria, respondeu: “Pode chamar. Eles virão, nos prenderão e vão mandar você para um orfanato. Depois, quem lhe dará tudo o que você quer e precisa?” O menino nunca mais repetiu a ameaça.

    Em 2008, em Campina Grande, PB, um dos pastores palestrantes da VINACC me contou como seu filho pequeno também o ameaçou na hora de levar um merecido castigo. Nesse caso, o menino também revelou para o pai que aprendeu na escola como delatar os pais.

    Nessa época, uma das maiores líderes católicas pró-vida do Rio de Janeiro desabafou para mim como teve de renunciar ao seu emprego de professora de escola pública, por não aguentar mais ver agentes do Conselho Tutelar vindo à escola para ensinar as crianças que elas poderiam fazer o que quisessem, tanto em casa quanto na escola. As aulas incluíam instruções de como denunciar os pais.


    Pastor é preso e maltratado
    Um caso horroroso ocorreu em 2010, quando não havia Lei da Palmada. Um pastor foi preso e injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do Conselho Tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.


    Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.

    Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela

    O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.

    Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor foi preso e mantido em condições desumanas.

    Reinterpretando a Bíblia à luz da Lei da Palmada?

    Se tudo já estava arriscado anos atrás até para pastores que disciplinam os filhos, como vai ficar agora? Melhor? Só na cabeça de Xuxa e Paulo Freire.

    Já que Xuxa recebeu liberdade da bancada evangélica para reinterpretar a Bíblia para os cristãos, como ela veria Provérbios 23:13-14? Essa passagem diz:

    “Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)

    Xuxa leria:

    “Você está proibido de disciplinar seus filhos. Castigar com a vara [fina] é violência e se você fizer isso, será o seu fim. Deixando de usar a violência da vara, você livrará sua alma do inferno estatal.”

    O caso do Pr. Jeremias é um exemplo de que o inferno estatal existe para os pais “desobedientes.”

    Fica agora o dilema entre a obediência à Lei de Deus e a submissão à lei dos homens.

    Marco Feliciano denuncia acordo da bancada evangélica que foi fundamental para aprovação da Lei da Palmada

    De acordo com matéria do jornal Estadão, a Lei da Palmada só foi aprovada porque houve um acordo entre a bancada evangélica e o governo do PT. Em entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo, o Dep. Marco Feliciano confirmou que não concordou com esse acordo. Ele disse:

    Parece que fizeram de propósito, pois depois que sai da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minoria) eu fiquei como um “cão de guarda” na CCJ. Minha presença pelas polêmicas e atenção da mídia os inibiam de colocar a Lei da Palmada em votação.

    No dia da votação, eu não estava. Eu havia feito uma cirurgia e fiquei 20 dias sem ir ao Congresso. Nesse ínterim, aproveitaram minha ausência e colocaram o projeto com a presença da Xuxa.

    Fiquei sabendo da confusão e liguei para o Marcos Rogerio, porque falar com o presidente da FPE é quase impossível. Eu implorei para ele liderar o pessoal para não negociar e votar contra. Ele me disse que o pessoal estava com receio porque o que o Pr. Eurico fez imprimiu na FPE uma imagem de desequilíbrio e que o projeto passaria com ou sem nossos votos. Então reafirmei: QUE SEJA APROVADO, MAS QUE CONSTE FOI COM OS VOTOS CONTRÁRIOS DE TODA FPE.

    Não me deram ouvidos. Anthony Garotinho falou com Paulo Freire, ambos do PR (que é base de sustentação do governo), e deu no que deu.

    Qual será o próximo passo da bancada evangélica? Condecorar Xuxa por ensinar aos pastores parlamentares que Deus é amor e vara é do diabo? Ensinar a eles o que vale e o que não vale na Bíblia? Colocar Xuxa para ajudar a bancada em campanhas pró-família? Por incrível que pareça, Magno Malta cometeu tal tolice anos atrás, convidando Xuxa para suas campanhas contra a pedofilia. É a mesma coisa que colocar a raposa para “proteger” o galinheiro.

    Famoso evangélico esquerdista vê radicalismo da Lei da Palmada

    Agora que a vontade de Dilma, Xuxa e Pr. Paulo Freire foi feita, como ficará a situação de policiais cristãos e descrentes que recebem denúncias de vizinhos ou de crianças que delatam os pais por aplicar necessários castigos físicos neles? Vai depender da boa vontade e misericórdia dos policiais, pois se depender da misericórdia de Dilma, de Xuxa e da bancada evangélica, eles vão direto para a cadeia.

    A Lei da Palmada é tão ridícula e representa tanto risco para pais e mães, que você não precisa ser conservador para ver o óbvio. Danilo Fernandes, dono do tabloide Genizah, recentemente fez declarações impressionantes sobre essa lei e as pretensões de Xuxa em seu artigo “Danilo Fernandes: Xuxa só para bobinhos e desconforto da família brasileira.”

    Tenho muitas discordâncias com as posturas esquerdistas de Danilo, mas nessa questão, concordo totalmente com ele. Ele está de parabéns.

    Qual o próximo passo de Xuxa? Abaixar idade legal de consentimento sexual?

    Agora a rainha da erotização infantil, que participou de cena de erotismo e pedofilia no filme “Amor Estranho Amor” com um menino de 12 anos em 1982, quando ela tinha mais de 18 anos, está livre para correr atrás de outras ambições. Quem sabe uma lei para abaixar a idade legal de consentimento sexual para 12 anos, tornando-a assim eternamente livre da mancha de seu antigo filme pró-pedofilia. As portas estariam assim abertas para ela fazer muitos filmes eróticos com crianças de 12 anos.


    E se uma lei para abaixar a idade de consentimento sexual não for aprovada? Para Xuxa, não há absolutamente nenhum problema. Ela nunca foi multada nem presa por sua pedofilia cinematográfica. Não existe lei para pegá-la.

    Mas por causa dela, agora há lei para pegar os pais e mães do Brasil! E, repetindo, tudo vai depender da misericórdia dos policiais que atenderem a uma denúncia de criança que levou uma palmada, cintada ou varada.

    Os pais e a polícia na porta de casa

    Num vídeo muito interessante que está fazendo sucesso no Youtube (neste link: http://youtu.be/CIAN-0hWagk), uma dupla de policiais é chamada para atender ao caso de um menino desobediente que levou umas cintadas da mãe. Pela lei da Xuxa, a mãe é uma “criminosa,” e o policial que não a algemar e levar presa cometeu violação da lei. Veja o vídeo para entender o dilema.

    E se os policiais tivessem sido chamados para atender a uma chamada para prender Xuxa por seu papel no filme pró-pedofilia? Ou, na visão pervertida de Xuxa, palmada merece cadeia, mas pedofilia não?

    E se os policiais tivessem sido chamados para atender à denúncia de um cidadão contra o governo de Dilma Rousseff, que vive defendendo o assassinato de crianças no útero? Eles seriam amparados pela lei para atuar em defesa das crianças e prender os ministros de Dilma que defendem o aborto?

    E se os policiais tivessem sido chamados para atender ao caso de um bruxo de tribo que determinou a tortura, sacrifício e morte de crianças indígenas? Infelizmente, nesse caso, a lei está do lado do bruxo, não da criança.

    No caso dos pais que não são bruxos que determinam tortura e assassinato de crianças nem são defensores do aborto, seu destino dependerá da bondade dos policiais. Se os policiais não tiverem coração bom, os pais cristãos poderão passar pelo mesmo inferno estatal pelo qual passou o Pr. Jeremias Albuquerque Rocha.

    A pergunta importante é: com tantas crianças ameaçadas de morte, sem nenhuma lei para intervir contra os assassinos, por que agora o Estado brasileiro atende aos caprichos de uma artista pró-pedofilia para punir pais e mães que atendem ao chamado da Lei de Deus para usar a vara a fim de livrar a alma de seus filhos de ir para o inferno? Se a mente pervertida de Xuxa e outros iguala vara e cintadas à tortura e morte, por que os pais que disciplinam e não matam devem enfrentar o peso da lei injusta enquanto que os abortistas e os bruxos indígenas que torturam e matam crianças não enfrentam nenhum peso da lei?

    Como é que a população permite que os injustos punam pais e mães, transformando-os em criminosos, mas deixa impunes bruxos assassinos, abortistas e artistas pró-pedofilia, e ainda os transforma em heróis?

    POR: JULIO SEVERO

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