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    07 julho 2014

    MONSANTO


    Os 10 “mitos” que a Monsanto quer que acreditemos

    Mito # 1Ninguém jamais provou que os OGM são prejudiciais para as pessoas...
    Os porta-vozes da Monsanto citam várias vezes a falsa afirmação de que nunca foi provado que os organismos geneticamente modificados prejudicam as pessoas. Parece que eles acreditam, como Joseph Goebbels, o rei incontestado da propaganda, que se você repetir uma mentira várias vezes  com convicção suficiente, torna-se numa verdade aceitável.

    A realidade: Apenas alguns dos resultados de uma dieta OGM (com base em estudos verificados ​​por especialistas) são: tumores grotescos, morte, falha prematura de órgãos, lesões gástricas, danos hepáticos e renais, reações alérgicas graves, um gene viral que perturba funções humanas … 

    Mito # 2As culturas transgênicas são a única forma de dar resposta à fome mundial.
    O argumento pró-OGM mais comum é que as culturas geneticamente modificadas são a única forma de alimentar a crescente população do mundo. Sem eles, os defensores afirmam que a fome, ao longo da próxima década,  vai reivindicar a vida a milhões de pessoas. No evangelho da biotecnologia, os OGM são a resposta para a fome no mundo. Se protestar contra a tecnologia OGM, mostra ser um elitista frio e as mortes de todas aquelas crianças que sofrem em ***** (escolha um país do terceiro) pesam na sua consciência.
    A realidade

    As práticas agrícolas sustentáveis ​​são a resposta para a fome no mundo. Práticas de cultivo de OGM não são sustentáveis. Os agricultores que plantam OGM não são capazes de guardar as suas sementes de um ano para o outro, pois além de ser uma violação das patentes, a fertilidade das mesmas é baixa. Depois de receberem o primeiro ano de boas colheitas, no ano seguinte, têm que comprar mais sementes, originando uma dívida perpétua. O desespero financeiro na Índia (o escândalo do algodão Bt), país onde a cada 30 minutos, um agricultor suicidava-se, quando se consciencializava que se tornara um trabalhador escravo da Monsanto e se afogava em dívidas insuperáveis. Bem, mais de um quarto de milhão de agricultores morreram por suicídio antes que o país proibisse a venda de sementes de algodão Bt.

    A Real Change News concorda que os métodos agrícolas da biotecnologia não são a resposta para a fome no mundo. Eles recomendam a “agroecologia”:
    Inúmeros relatos de organizações sem fins lucrativos, governamentais e internacionais concluíram que os alimentos podem ser produzidos de forma sustentável, trazendo princípios ecológicos para a agricultura através de uma prática conhecida como a agroecologia. A prática suporta métodos tradicionais de agricultura e promove a diversidade de culturas sobre a cultura de um único alimento, muitas vezes referida como monocultura. Praticar a agroecologia também permite que os agricultores se tornem produtores independentes e auto suficientes de alimentos naturais e saudáveis.


    Mito # 3: Os OGM precisam de menos pulverização de pesticidas
    A Monsanto afirma que os seus produtos Bt exigem menos pulverização. Veja o que a Monsanto declara em seu site: 
    As culturas com genes Bt foram modificadas para produzir a proteína ((Bacillus thuringiensis ) que é tóxica para diversas formas de larvas de insectos. Essas proteínas têm sido muito utilizadas nas pulverizações tópicas na agricultura convencional e biológica, porque são eficazes e podem ser usadas com segurança. No entanto, as culturas que são geneticamente modificadas para transportar o gene Bt, permitirão que os agricultores protejam as colheitas ao mesmo tempo que eliminam ou reduzem significativamente a quantidade de pesticidas.
    A realidade: Infelizmente, os melhores esquemas da Monsanto com ratos e homens, muitas vezes dão errado. O Instituto Cornucopia anuncia que tal  verdade no primeiro par de anos, mas de seguida, o uso de pesticidas e herbicidas aumentou dramaticamente. (Isso, é claro, resultou num lucro robusto para os produtores desses produtos químicos que são da … sim, você adivinhou, da Monsanto e de outras empresas de biotecnologia que produzem as sementes.)
    Mas um novo estudo divulgado  pela Food & Water Watch  realça que o objetivo em  reduzir o uso de produtos químicos não foi cumprido conforme o que estava planeado. Na verdade e de acordo com os dados do USDA e EPA utilizados no relatório, a rápida adoção de culturas geneticamente modificadas pelos agricultores tem aumentado o uso de herbicidas ao longo dos últimos nove anos nos EUA. O relatório segue na esteira de um outro levado a cabo no ano passado pelo Professor Charles Benbrook, investigador na  Washington State University.
    Os dois relatórios concentram-se nas “super ervas daninhas”. Acontece que a pulverização repetidamente de pesticidas origina que as ervas daninhas resistam à química. Estão são criadas ervas daninhas cada vez mais resistentes, capazes de suportar quantidades crescentes – e, muitas vezes em diferentes formas – de herbicidas.
    No centro do debate está o agrotóxico glifosato, ingrediente ativo do Round UpFood & Water Watch descobriu que o “volume total de glifosatos aplicado nas  três maiores variedades transgênicas – milho, algodão e soja – aumentou 10 vezes a partir de £ 15.000.000 em 1996 para £ 159.000.000 em 2012″. O uso geral de pesticidas diminuiu apenas nos  primeiros anos em que os transgênicos foram utilizados (42 por cento entre 1998 e 2001) e desde então aumentaram 26 % de 2001-2010.
    Mito 4: A tecnologia OGM é comparável ao cruzamento que os nossos antepassados ​​fizeram para criar versões mais resistentes de culturas.
    Confira esta sinopse condescendente.... (no site da Monsanto):
    Quer ouvir algo extraordinário? As possibilidades apontam que quase tudo o que você comeu em toda a sua vida foi geneticamente modificado. O mesmo é verdade para seus pais … e seus avós. Por mais de 10 mil anos, a humanidade tem seletivamente produzido plantas e animais. As vacas que você vê nos campos dos agricultores têm pouca semelhança com os Auroch antigos a partir do qual descendem. E o milho que você come é a versão domesticada de uma grama selvagem chamada teosinte. 
    A realidade: o que os nossos antepassados ​​fizeram, e que os agricultores responsáveis ​​fazem, é a polinização cruzada de diferentes variedades da mesma planta. É um método de baixa tecnologia que pode ocorrer naturalmente – mas apenas lhes deram um pouco de ajuda, a fim de trazer as características desejáveis, como a resistência à seca, de um tipo de trigo combinado com a estação de crescimento mais curta, necessária para outro tipo de trigo. Isto é reprodução seletiva. Modificação genética de sementes é um jogo totalmente diferente, no entanto, aqui está uma grande explicação do site Food Renegade:
    Ao contrário das sementes híbridas, as sementes GM não são criadas através de métodos naturais e de baixa tecnologia. As variedades das sementes transgénicas são criadas em laboratório com técnicas de alta tecnologia e sofisticadas como o gene-splicing.
    Além disso, as sementes GM raramente cruzam plantas diferentes, mas sim plantas relacionadas. Muitas vezes, o cruzamento vai muito além dos limites da natureza, de modo que em vez de cruzar duas variedades diferentes, mas relacionadas com a planta, cruzam diferentes reinos biológicos – como, por exemplo, uma bactéria com uma planta.
    Por exemplo, a Monsanto cruza material genético a partir de uma bactéria conhecida de Bt (Bacillus thuringiensis) com o milho. O objetivo era criar uma planta resistente a pragas. Isso significa que todas as pragas que tentem comer a planta do milho vão morrer uma vez que o pesticida faz parte de todas as células da planta.
    A planta GM resultante, conhecida como milho Bt, é em si registada como um pesticida com o EPA, junto com outras culturas transgénicas Bt. Por outras  palavras, se usar este milho para alimentar o seu gado, as suas galinhas, ou a si mesmo,  estará a alimentá-los e a alimentar-se com um pesticida real – e não apenas uma pequena quantidade de resíduos de pesticidas.
    O que é ainda pior é que a biotecnologia tem a capacidade de produzir as suas sementes com um “terminator technology” embebido. Isto significa que as sementes não podem ser guardadas de um ano para o outro (ao contrário das sementes cruzadas com polinização com as quais eles tentam alegar parentesco). Monsanto patenteou esta tecnologia (chamada de gene use restriction technology), mas afirma que não a usa. (um espanto, gastou dinheiro a patentear a tecnologia e depois não recolhia frutos!,ndt). Esta tecnologia produz sementes estéreis, com vida a prazo e que não poderão ser reutilizadas, deixando os agricultores totalmente dependentes das empresas de biotecnologia para as futuras colheitas, proporcionando um fluxo contínuo de receita para as empresas. Neste ponto, eles mantêm o seu monopólio através de uma série de contratos e patentes que exigem a quando da recompra anual das suas sementes. 
    Mito # 5Se a FDA e USDA permitem os OGM,eles devem ser seguros para o consumo. Organizações como a FDA, EPA e USDA tudo vêm numa auréola brilhante. Eles recebem o seu poder e influência a partir do simples fato de que o público acredita que a sua prioridade número um é a saúde e a segurança dos cidadãos, que supostamente servem. Todas as agências  juram estar a proteger o público nos seus sites:
    FDA
    FDA é responsável por proteger a saúde pública, assegurando que os alimentos (excepto carne de gado, aves e alguns produtos de ovos que são reguladas pelo Departamento de Agricultura dos EUA) sejam seguros, saudáveis​​, devidamente rotulados; também assegura que medicamentos de uso humano e veterinário, vacinas, outros produtos biológicos e dispositivos médicos destinados ao uso humano sejam seguros e eficazes. 

    USDA 

    Expandir oportunidades econômicas através da inovação, ajudando a América rural a prosperar: promover a sustentabilidade da produção da agricultura que melhor alimente os americanos, enquanto ajuda a alimentar outros em todo o mundo, preservar e conservar os recursos naturais da nossa nação através das florestas restauradas, melhoria das bacias hidrográficas. A missão da EPA é proteger a saúde humana e o meio ambiente. O propósito da EPA é garantir que todos os americanos estão protegidos contra riscos significativos para a saúde humana e para o ambiente onde vivem, aprendem e trabalham.
    A realidade: Todos os itens acima referidos, são apenas retórica morna e distorcida do sentir-se bem. Talvez existam funcionários que realmente acreditem no que estão a fazer, mas a liderança está tão contaminada como o milho Bt.
    Parte do facto da Monsanto ser tão bem sucedida na justiça, deve-se na realidade aos laços incestuosos da empresa com o governo dos EUA. Apesar dos conflitos flagrantes de interesse, os executivos da Monsanto mantiveram e mantêm posições de poder na formulação das políticas nas administrações de Bush, Clinton e Obama. Quando se dorme com o inimigo, o inimigo tende a fugir com todos os tipos de crimes. 
    Michael Taylor: VP da Monsanto > vice-comissário da FDA
    Roger Beachy:  Director da Danforth Plant Science Center (sustentada pela Monsanto) > director do Instituto Nacional de Alimentação e Agricultura – USDA
    Elena Kagan: Procurador-geral de Obama (ficou famosa quando ficou do lado da Monsanto contra os agricultores orgânicos no processo Roundup Ready Alfalfa) > Supremo Tribunal dos EUA
    Clarence Thomas: Conselheiro Geral da Monsanto > Supremo Tribunal dos EUA
    Margaret Miller: supervidor da Monsanto > Diretor Adjunto da  Human Food Safety
    Donald Rumsfield: Conselho de Administração da Searle Pharmaceuticals  da Monsanto > Secretário da Defesa dos EUA
    Ann Veneman: Conselho de Administração da Monsanto > Secretário de Agricultura dos EUA
    Linda Fisher: Administrador Assistente da EPA > VP da Monsanto > Administrador adjunto da EPA
    Dr. Michael A. Friedman: Vice-Comissário do FDA > VP Sénior da Monsanto
    Não se enganem: os comissários, diretores e secretários destas agências são colocados nestes postos por uma razão. Essa razão é lubrificar as rodas para os ricos (as empresas de biotecnologia, as empresas farmacêuticas e as empresas Big Food)  … bem, você começa a ver a ideia). Através do abuso de confiança neles depositado pelo povo americano, eles abusam do seu poder e da prática falaciosa numa escala maior do que se possa imaginar.
    Se a FDA, USDA e EPA aprovarem alguma coisa, você deverá olhá-la com mais desconfiança do que com aceitação. Se eles podem dizer que a radiação e os pesticidas são aceitáveis ​​na sua comida, mas que o leite fresco não é aceitável para consumo … bem, há algo incrivelmente errado aqui.
    (Leia mais acerca dos abusos e decepções dEPA  e FDA
    Mito # 6Não existem diferenças nutricionais entre OGM e não-OGM.
    Biotech irá dizer-lhe que não há absolutamente nenhuma diferença nutricional entre alimentos geneticamente modificados e os seus concorrentes orgânicos. Eles citam as calorias, a fibra  e todos os macro nutrientes, realçando que são idênticos. Eles vão zombar e reviram os olhos sobre a coletiva “ignorância” das pessoas que pagam o dobro ou o triplo do preço para evitar OGM nas suas cozinhas. Até na televisão, Dr. Oz no seu programa, apoiou à igualdade nutricional dos alimentos geneticamente modificados, dizendo que o alimento orgânico é “antidemocrático“.
    A realidade: O relatório chocante divulgado em Março passado, no blog Moms Across America revelou que as diferenças nutricionais entre o milho OGM e não OGM são surpreendentes. O relatório é da empresa de milho não OGM, De Dell no Canadá. Não são só e apenas os valores nutricionais que são diferentes, os níveis de veneno no milho são tóxicos:


    Milho OGM tem 14 ppm de cálcio e o milho NON GMO tem 6130 ppm. 437 X mais. 

    Milho transgénico tem 2 ppm de magnésio e o milho NON GMO tem 113 ppm. 56 X mais. 

    Milho transgénico tem 2 ppm de manganésio e o não OGM tem 14ppm. 7X mais.

    Olhe para os níveis do Formaldehyde (formaldeído) e glifosato no milho! As normas EPA para o glifosato nas água nos Estados Unidos é de 0,7 ppm. Os testes europeus mostraram danos em órgãos de animais aos 0,1 ppb (0001 ppm) de glifosato na água. Os níveis de glifosato permitidos nas nossas águas excedem 7000 vezes mais do que tem sido mostrado como tóxico nos animais. Este milho possui 13 ppm, 130 mil vezes maior do que é considerado tóxico nas águas * 

    Um estudo que o Dr. Huber relatou no programa de rádio Elizabeth Dougherty’s Talk Radio, 0,97 ppm de formaldeído mostrou-se tóxico ao ser ingeridos por animais. Este milho tem 200 vezes que isso! É por isso que os animais, se lhes for dado a escolher, não o comem, pois cheiram o formaldeído! 

    São mais evidentes os níveis mais altos de nutrientes nos não OGM, nos alimentos orgânicos: um estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistryconfirmou que os tomates cultivados organicamente contêm mais compostos fenólicos. (fonte) Um estudo alemão publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistryencontrou que as maçãs cultivadas organicamente têm mais 15% capacidade antioxidante que as suas concorrentes convencionais (fonte). Uma revisão da AFSSA (versão francesa da FDA) concluiu que “produtos vegetais orgânicos contêm mais matéria seca e minerais – como ferro e magnésio – e mais polifenóis antioxidantes como fenóis e ácido salicílico “. (fonte)
    Mito # 7OGM são impossíveis de se evitar

    É verdade que os OGM se escondem em mais de 70% dos alimentos processados ​​que se alinham nas prateleiras dos supermercados. Até mesmo a grande comunicação social tem informado sobre a omnipresença dos ingredientes geneticamente modificados. Isto torna muito difícil evitá-los. As empresas de biotecnologia gastaram milhões e milhões de dólares na luta contra a rotulagem dos OGM na tentativa de convencer o público de que os custos com as mercearias irão subir sem as suas sementes.

    A realidade: É difícil, mas não é impossível! Aqui estão algumas dicas para banir os OGM da sua cozinha de uma vez por todas. 


    1. Evite todos os alimentos processados​​. Cada pedacinho deles. Você não sabe o que esses ingredientes científicos sonantes são – e muitos deles são derivados de coisas como o milho transgénico, soja e colza.

    2. Passe uma semana a cozinhar a partir do zero para o ajudar a identificar os locais onde os alimentos processados se esgueiram. Use apenas ingredientes simples, durante uma semana: farinha, arroz, aveia, leite orgânico e iogurte, carne de animais alimentados com relva, frutas e legumes orgânicos.

    3. Compre a granel itens secos orgânicos, como trigo, arroz e aveia.

    4. Cultive o que coma. Não importa onde você mora, faça um esforço para fazer crescer a sua própria comida, se possível. Mesmo num jardim, uma salada numa janela ensolarada é um começo. Esta é a única maneira que tem de saber o que está a comer.

    5. Procure por fontes de comida de verdade perto de você. A melhor opção para o seu próprio jardim é fazer amizade com um agricultor local nos mercados da sua zona.

    6. Aprenda a conservar os alimentos. Por enlatamento, congelação, desidratação… você pode preservar suas colheitas saudáveis, de modo que não seja refém dos supermercados.

    7. Saiba quais os ingrediente mais prováveis de serem OGM. Mais de 85% de soja e milho na América do Norte são OGM. Isso significa que se um item que não é rotulado como “orgânico” e contém um desses ingredientes (num dos seus muitos disfarces), você está a consumir uma experiência científica de alguém.
    Mito # 8Monsanto tem em mente os nossos interesses

    Tudo que precisa fazer é ler o site da Monsanto e torna-se claro. Essas pessoas são as salvadoras benevolentes de toda a humanidade e as suas sementes geneticamente modificadas são o veículo para alimentar todo o mundo. Hugh Grant , CEO da Monsanto, escreve:

    A sustentabilidade da agricultura também é fundamental para os nossos três pontos de visão: produzir mais, conservar mais e melhorar vidas. Mas não é apenas uma visão. É o coração do nosso negócio, seja através do nosso trabalho no campo com os agricultores, ou nas comunidades onde operamos por todo o mundo, é essencial para as nossas operações globais e é uma prioridade para nós como administradores do nosso negócio todos os dias.
    Há cinco anos, a Monsanto estabeleceu um ambicioso conjunto de metas para a agricultura sustentável, focada nessas áreas-chave em que a nossa empresa pode ajudar a ter um impacto positivo para os agricultores e para a sociedade em geral. Comprometemo-nos a apoiar a capacidade da agricultura em produzir mais no mesmo espaço de terra conservando outros os recursos naturais. Naquela época, nós também nos comprometemos a ajudar a melhorar a vida, apoiando novas ferramentas e abordagens para ajudar a levantar os pequenos agricultores a saírem da pobreza e a melhorar a sua prosperidade global. Hoje, mais de 21 mil homens e mulheres da Monsanto, continuam este importante trabalho por todo o mundo.

    Correndo o risco no seu pequeno-almoço, clique aqui para saber mais sobre o compromisso da Monsanto com a integridade, diálogo, transparência, partilha, benefícios, respeito, agindo como proprietários que alcançam resultados e criam um ótimo lugar para trabalhar.
    A realidade: Sustainable Pulse, uma revista alemã, tem uma visão bem diferente. Na semana passada, publicou um artigo onde descreveu os percalços misteriosos que ativistas e pesquisadores de toda a Europa vivem. Aqui está o link para o artigo esclarecedor. Poucos dias antes dos pesquisadores apresentarem o estudo, os seus computadores foram atacados por hackers sofisticados. A já marcada conferência de imprensa teve de ser cancelada.No entanto, há estudos que mostram que o produto pode danificar plantas e animais e um recente estudo mostra que muitos habitantes da cidade têm agora um veneno do campo nos seus corpos, sem o saberem.
    Dois dias antes do estudo ser publicado em 18 países, um vírus desativou o computador do organizador principal, Adrian Bepp. Havia a ameaça de cancelamento das conferências de imprensa em Viena, Bruxelas e Berlim. “Estamos em pânico”, relembra Heike Moldenhauer do Bund.
    Moldenhauer e os seus colegas especularam sobre os motivos e a identidade do atacante misterioso. O especialista em engenharia genética do BUND acredita que os fornecedores desconhecidos do vírus queriam em particular “gerar a confusão”. O pior que pode acontecer a um estudo é o cancelamento da respectiva conferência de imprensa: “nós perguntámos na altura se estávamos a ver fantasmas”, disse Moldenhauer.
    Mito # 9OGM não são prejudiciais ao meio ambiente.
    Biotech querem fazer crer que o cultivo de OGM é tão verde como a indústria da agricultura orgânica, trazendo prosperidade e abundância para todos.
    A realidade: precisamos de olhar mais longe que a ilha de Molokai no Havai para ver o dano horrível ambiental feito pela Monsanto. Qualidade do ar e água são mortais por causa das quase 2000 instalações de ensaio da Monsanto. A história da ilha é desoladora: as pessoas morrem com mortes horríveis, a infertilidade é galopante, e outras fazendas estão sendo manchadas pela polinização cruzada do franken-corn que lá crescem. Trabalhadores equipam-se das cabeças aos pés com equipamentos de proteção durante a pulverização, incluindo respiradores. Aos moradores, no entanto, não são fornecidos esses equipamentos e não têm outra opção senão a de respirar a poeira tóxica que vem dos campos. Isso não é meramente anedótico para a pequena ilha – em todo o mundo, muitas áreas em torno das fazendas OGM reportam horríveis erupções sangrentas da pele, um aumento na asma e os pesticidas tóxicos vazam para os lençóis freáticos.
    Mito # 10Acostume-se. OGM estão aqui para ficar.
    Biotech quer que você acredite que não vale a pena lutar contra eles. Eles querem que você apenas aceite o que eles têm a dizer e que aceite comer os seus produtos contaminados. Eles esperam que as pessoas sintam o quão poderosos são e que a batalha já foi vencida.
    A realidade:  Existe uma guerra contra os OGM e nós, a resistência, estamos a ganhar terreno. Através da partilha de informações como esta, onde se informa o público sobre os venenos que estão a ser cultivados no nosso próprio quintal, podemos lutar contra a biotecnologia. Usando o poder da comunicação social, organizando e demonstrando, como milhões de pessoas fizeram durante a Marcha contra a Monsanto, podemos dizer que não.
    Ao recusarmos comprar produtos que contenham OGM, ao recusarmos consumir OGM nos restaurantes, e ao espalharmos a palavra sobre os perigos, podemos fazer a diferença. Ao educar o público e deixá-lo saber que fomos enganados pela indústria de biotecnologia, pela Big Agri, e pela Big Food, e que fomos traídos pelos representantes eleitos e pelos órgãos dos próprios governos, podemos estar unidos contra essas empresas monolíticas. Podemos lembrar-lhes que a única maneira para eles permanecerem no negócio é se nós, consumidores, comprarmos os seus produtos, e nós, consumidores, não vamos permitir mais, que eles envenenem as nossas famílias e o nosso meio ambiente.
    Por Raquel Duarte Colaboradora do site OCDD
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