Hoje, dia 7 de julho, a candidata ao cargo para deputada federal pelo Paraná,  Marisa Lobo, disse o seguinte no seu perfil: "Absurdo: livro infantil pregando satanismo para nossas crianças. Meu Deus!!! Não podemos falar de Jesus, mas podemos falar de demônios!!! Vamos mudar isso, podem apostar. E ela postou o depoimento de Janilda Prata, que fez a seguinte declaração: "PARA VOCÊ QUE ACHA QUE SEUS FILHOS ESTÃO SEGUROS NO QUARTO LENDO LIVROS. LEIA O QUE ACONTECEU COM A MINHA FAMÍLIA".

Todos sabem como incentivo leitura para minhas filhas desde bebê. O contato das crianças com os livros passa por várias fases. Primeiro eu lia para elas, depois eu lia com elas e hoje elas leem sozinhas.
Na hora de comprar um livro eu olho a capa, o tema, a sinopse, sobre o autor e a faixa etária. Depois peço que elas me falem sobre o que leram. Achei que isso era mais do que suficiente, até o dia em que Ana Ester, minha filha de apenas 9 anos de idade, me disse: "Mãe, tem algo errado com esse livro, no meio dele encontrei uma página "para ler no escuro" e depois coisas horríveis...!"

Me desculpe o autor, mas se alguém torna uma obra pública, eu tenho o direito de criticar e emitir minha opinião. Um livro para criança que invoca o diabo para ser amigo da mesma, diz que Deus não aparece porque é covarde e pequenino e termina dizendo que o capeta venceu para mim é uma literatura totalmente imprópria. Não venha me dizer que isso é poesia. Isso, para mim, é pura heresia. Estou indignada por ter colocado algo assim na minha casa e nas mãos das minhas filhas. Que critério usar quando compro livros infantis? Vou ter que ler antes todas as páginas? Como algo assim pode ser liberado para publicação e considerado literatura infantil?



Fonte: webradiokairosfm

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