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    25 maio 2014

    Presidentes de Israel e Palestina vão ao Vaticano discutir paz


    Shimon Peres e Mahmoud Abbas aceitaram convite do papa, que está em visita à Terra Santa; Francisco ainda falou sobre o tiroteio que matou três pessoas na Bélgica e condenou o antissemitismo


    O papa Francisco deu um mergulho na política do Oriente Médio durante sua peregrinação pela Terra Santa, recebendo a aceitação dos presidentes palestino e israelense de um convite para visitar o Vaticano no próximo mês e discutir os esforços de paz.

    O encontro é uma vitória moral importante para o papa. As conversas de paz entre palestinos e israelenses falharam em abril, e não há grandes encontros de autoridades há pelo menos um ano.
    Francisco desembarcou neste domingo em Belém, berço do cristianismo, num gesto simbólico em prol das aspirações palestinas para criação de um Estado próprio. Ele considerou "inaceitável" o atual impasse nas conversas de paz e parou brevemente para orações na barreira israelense que cerca a cidade bíblica da Cisjordânia.
    Ao fim de uma missa ao ar livre na praça da Manjedoura, o papa convidou o presidente palestino, Mahmoud Abbas, e o presidente de Israel, Shimon Peres, para orarem com ele pela paz. "Eu ofereço minha casa no Vaticano como um lugar de encontro para oração", disse.
    Os escritórios de Abbas e Peres imediatamente confirmaram que eles haviam aceitado o convite. "Agradecemos o convite do papa Francisco para o Vaticano, o presidente Peres apoia e vai continuar apoiando todas as formas de trazer a paz", disse Israel em declaração. O porta-voz de Abbas afirmou que a reunião seria realizada em algum momento em junho. 
    Ataque na Bélgica
    O papa Francisco condenou neste domingo o tiroteio que matou três pessoas em um museu judaico em Bruxelas, na Bélgica, no sábado. Ele ainda condenou o antissemitismo ao chegar em Israel na última parte de sua viagem pela Terra Santa.
    Francisco foi recebido com honras no aeroporto, e os principais oficiais do país fizeram fila para cumprimentá-lo. Em seus comentários iniciais, o papa expressou esperança na paz no Oriente Médio, lamentando que a cidade de Jerusalém "permaneça com muitos problemas como resultado de conflitos".
    Lendo um texto previamente escrito, Francisco condenou "o ato criminoso de antissemitismo" em Bruxelas, onde três pessoas, incluindo dois israelenses, foram mortos em tiroteio em um museu. "Com um coração em dor, eu penso naqueles que perderam suas vidas no ataque cruel de ontem em Bruxelas", disse. "Eu peço a misericórdia de Deus às vítimas e peço a recuperação dos feridos.
    Ele pediu uma solução justa e duradoura para que os israelenses e palestinos vivam em paz e afirmou que Israel merece paz e segurança "dentro das fronteiras internacionalmente reconhecidas" enquanto os palestinos têm o "direito de viver com dignidade e com liberdade de movimento" em sua própria terra.
    Ele condenou o Holocausto dizendo que se trata do "símbolo da profundidade do mau no qual a humanidade pode mergulhar". Francisco deve ainda visitar o memorial nacional do Holocausto na segunda-feira (26).
    A polícia da Bélgica pediu neste domingo apoio do público para encontrar o atirador. Imagens de câmeras de segurança publicadas pela polícia federal belga mostram um homem usando boné escuro e carregando uma mochila.
    Um casal israelense de 50 anos e uma mulher francesa foram mortos no ataque pouco depois das 16h no horário local. Um homem belga luta pela vida no hospital. O ataque fez com que o governo da Bélgica se comprometesse a aumentar a segurança em comunidades judaicas.
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