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    21 abril 2014

    Palestinos não descartam dissolução de Autoridade se negociações de paz fracassarem


    Autoridade Palestina foi criada após os Acordos de Oslo, em 1993, para administrar as regiões autônomas dos Territórios Palestinos

    Os palestinos não excluem dissolver a Autoridade Palestina, em caso de fracasso das negociações de paz com Israel, declarou neste domingo uma autoridade palestina.
     
    A equipe de negociação palestina informou o mediador americano Martin Indyk que os palestinos poderiam decidir desmantelar a Autoridade dirigida pelo presidente Mahmoud Abbas, a fim de transferir para Israel a responsabilidade da gestão do seu território como potência ocupante, afirmou esta autoridade.

    Os palestinos já evocaram nos últimos anos a possibilidade de dissolver a Autoridade, criada após os Acordos de Oslo (1993) para administrar as regiões autônomas dos Territórios Palestinos.

    Mas esta é a primeira vez que tal ameaça é feita após a retomada das negociações de paz entre Israel e a Palestina, sob a égide do secretário de Estado americano, John Kerry, em julho passado.
     
    As negociações estão atualmente bloqueadas e a iniciativa de Kerry parece cada vez mais comprometida.

    "Os palestinos informaram Indyk que se a intransigência israelense continuar, eles terão várias opções a considerar", comentou o funcionário palestino à AFP, referindo-se a última reunião entre o enviado americano e negociadores palestinos na sexta-feira.

    "Em primeiro lugar, há a opção de entregar as chaves da Autoridade às Nações Unidas para que se responsabilizem pelo povo palestino e o Estado da Palestina, que está sob ocupação - ou que Israel assuma inteira responsabilidade por sua ocupação", disse ele.

    O presidente Abbas tem sido constantemente confrontado com sérias dificuldades financeiras e depende, para sobreviver, da ajuda externa.

    Uma importante reunião da direção da Organização de Libertação da Palestina (OLP) está prevista para os próximos sábado e domingo em Ramallah para discutir o processo de paz e as várias opções em caso de falha da iniciativa Kerry.

    "Abu Mazen (primeiro nome de Mahmoud Abbas) incentiva o terror contra Israel à frente da Autoridade Palestina e ameaça demitir-se", reagiu um ministro israelense da extrema-direita, Naftali Bennett.

    "Se ele quiser partir não iremos segurá-lo. Não se negocia com Israel com uma arma em sua cabeça", disse Bennett, chefe do partido nacionalista.

    Israelenses e palestinos multiplicaram os gestos de hostilidade desde que Israel se recusou a libertar, conforme o programado, em 29 de março o último contingente de presos, reivindicando a extensão das negociações de paz para além do prazo de 29 de abril.
     
    AFP
    DeOlhOnafigueira

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